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Sistema eleitoral é confiável e eleições de 2022 serão limpas e transparentes, diz Lira

·2 minuto de leitura
Presidente da Câmara, Arthur Lira

Por Lisandra Paraguassu

BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara, Arthur Lira, afirmou nesta quarta-feira que o sistema eleitoral é confiável e o país terá eleições limpas e transparentes não apenas em 2022, mas nos anos seguintes também.

Em entrevista à GloboNews, Lira, no entanto, defendeu a discussão sobre voto impresso, pautada por bolsonaristas na Câmara.

"Vamos ter eleição em outubro de 2022, como vamos ter em 2024 e 2026, limpas e transparentes. Não há dúvida de que o sistema é confiável, mas parte da população e dos deputados quer discutir isso", disse.

A proposta defendida pelos bolsonaristas e que está sendo analisada em uma comissão especial na Câmara, prevê que uma versão impressa do voto seja impressa a partir da urna eletrônica e seja guardada em uma urna comum para verificação em casos de dúvidas. Especialistas na área afirmam que a existência dessa segunda urna aumenta, e não diminui o risco de fraudes.

Com avaliação em queda e correndo o risco de não se reeleger, Bolsonaro intensificou os ataques à urna eletrônica, prometendo provas de fraudes, e chegou a dizer que em 2022 pode não haver eleições sem a aprovação do voto impresso.

A proposta, no entanto, neste momento tende a ser derrotada já na comissão especial, sem ir ao plenário da Câmara.

A discussão sobre o voto impresso e as ameaças teriam ultrapassado as bravatas de Bolsonaro e chegado ao ministro da Defesa, Walter Braga Netto, que, de acordo com o jornal Estado de S. Paulo, teria mandado recados a Lira dizendo que sem a aprovação da proposta as eleições não aconteceriam.

Na entrevista à GN, Lira afirmou que "não participou dessa conversa" e avaliou que o próprio Braga Netto teria desmentido o fato. Na verdade, o ministro da Defesa desmentiu que tivesse mandado um recado ao presidente da Câmara, mas não defendeu a realização de eleições em 2022.

Questionado se há risco de um golpe, Lira afirmou que isso não existe.

"Não tem possibilidade de ruptura política e institucional no país, nós não somos qualquer país", afirmou. "Não há outra maneira de se eleger presidente, deputados, que não seja pelo processo eleitoral. Qualquer outra alternativa não conta com apoio do Congresso."

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