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Sindicato diz que pedidos do INSS são negados por serem analisados por robôs

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A ausência de um olhar hhumano poderia estar deixado passar erros simples pelo sistema (Getty Image)
  • Sindicato acusa o INSS de rejeitar pedidos com o uso de robôs

  • Problemas simples, como falta de documentos, estariam causando rejeições

  • Ao menos 300 mil pedidos foram negados nos últimos meses

Mais de 1 milhão de brasileiros aguardam na fila do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Apesar de muitos terem direito ao benefício, milhares de segurados teriam seus pedidos negados.

Analisando a situação, o Sindicato dos Trabalhadores do Seguro Social e Previdência Social no Estado de São Paulo (SINSSP) acusa o INSS de usar robôs para analisar requerimentos, dizendo que essa é a razão da resposta negativa.

O SINSSP diz que o sistema seria usado para fazer uma varredura visando diminuir a fila. De acordo com o sindicato, problemas simples, como a falta de um documento, faz com que os pedidos sejam negados, uma vez que não tem a supervisão de um supervisor para identificar o que falta.

"Robôs não fazem interação humana e não identificam que um pedido irregular pode ser por falta de algum documento, e não que o segurado não tinha direito ao benefício", afirmou a secretária geral do SINSSP, Vilma Ramos, ao portal IG.

Isso estaria interferindo no alto índice de indeferimentos. Apenas nos últimos três meses, ao menos 300 mil benefícios de auxílio-acidente, auxílio por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) e aposentadoria por incapacidade permanente (antiga aposentadoria por invalidez), além do Benefício de Prestação Continuada (BPC) foram negados.

"Normalmente, quem procura o INSS são pessoas mais simples, principalmente, aqueles que precisam do BPC. São pessoas pobres, até idosos acamados, que precisam ir à uma agência tirar dúvidas. Um servidor pode orientar a não incorrer em erro na hora do preenchimento, não um robô", completou Vilma.

Uma das principais razões para agravar o problema é a falta de pessoal. O sindicato estima que há uma desafagem de 10 mil servidores, uma vez que muitos se aposentaram e não há concursos públicos para repor o quadro de funcionários.

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