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Singapura dá uma aula de como manter a saúde mental da população na pandemia

Nathan Vieira
·2 minuto de leitura

Com o avanço da COVID-19, percebemos a importância da saúde mental. Vários países tiveram que lidar não apenas com a pandemia em si, como também as consequências psicológicas trazidas para a população. Nisso, Singapura se destacou na forma de lidar com a saúde mental.

Em março, The Samaritans of Singapore — uma organização de prevenção ao suicídio, semelhante ao CVV aqui do Brasil — recebeu mais de 39 mil pedidos de ajuda em 2020, equivalente a um aumento de 18% em relação ao ano anterior. Em Singapura, aproximadamente 1 em 7 pessoas relatam ter passado por um problema de saúde mental durante a vida, mas o governo respondeu com eficácia à crise de saúde mental provocada pela pandemia, em grande parte devido ao fato de já terem trabalhado para tornar a saúde mental uma prioridade.

Em 2019, Singapura sediou a conferência global "Together Against Stigma”, justamente voltada para a saúde mental. No mesmo ano, a presidente de Singapura, Halimah Yacob, deu início a um esforço comunitário que arrecadou mais de 13 milhões dólares singapurianos (o equivalente a R$ 54 milhões) para 67 agências focadas em ajudar pessoas com problemas de saúde mental.

Na época, a presidente ressaltou a importância de “capacitar aqueles com problemas de saúde mental para que retornem ao local de trabalho, para que possam continuar a contribuir para a sociedade e a se engajar de forma significativa”.

Saúde mental na pandemia

Singapura se destaca como modelo internacional de saúde mental antes e durante a pandemia de COVID-19 (Imagem: Arif Riyanto/Unsplash)
Singapura se destaca como modelo internacional de saúde mental antes e durante a pandemia de COVID-19 (Imagem: Arif Riyanto/Unsplash)

Em 2020, a presidente de Singapura apoiou a iniciativa do governo de convocar uma força-tarefa destinada a revisar o impacto psicossocial da COVID-19 na população, com o objetivo de atender às necessidades de saúde mental. Já no início de março de 2021, o Ministro da Saúde, Janil Puthucheary, anunciou que a força-tarefa ajudaria a desenvolver uma estratégia nacional pós-pandemia para o bem-estar.

É importante ressaltar que os órgãos governamentais de Singapura também estabeleceram parcerias com agências de serviço social de saúde mental, líderes comunitários e pesquisadores. Esses esforços percorrem um longo caminho para impulsionar a inclusão e mudar genuinamente a percepção social e cultural dos indivíduos com problemas relacionados à saúde mental.

Além disso, as grandes empresas de Singapura demonstraram liderança em saúde mental muito antes do início da pandemia. A oportunidade de priorizar a saúde mental cresceu exponencialmente em um cenário de pandemia, e os líderes de Singapura estão aproveitando para trabalhar isso juntos.

Em novembro de 2020, em resposta à COVID-19, surgiu uma consultoria sobre bem-estar Mental no local de trabalho, liderada pelo Ministério da Força de Trabalho, pela Federação Nacional de Empregadores e pelo Congresso Sindical Nacional para fornecer orientação prática e recursos para apoiar o bem-estar mental dos funcionários.

Essas medidas levaram Singapura a ser reconhecida pela valorização da saúde mental — e a se tornar um exemplo a ser seguido.

Fonte: Canaltech

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