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Síndrome de burnout: 5 causas que chefes precisam conhecer

Finanças Internacional
·4 minutos de leitura
Foto: Getty Images / Getty Creative
Foto: Getty Images / Getty Creative

De acordo com um relatório da empresa de análises e consultoria Gallup, 76% dos funcionários sofrem com a síndrome de burnout, ou esgotamento profissional.

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O mesmo relatório divulgou que 28% deles afirmaram sentirem-se esgotados "bastante frequentemente" ou "sempre" no trabalho.

A Organização Mundial da Saúde reconheceu oficialmente a síndrome de burnout como um grande risco à saúde, classificando-a como um "fenômeno ocupacional".

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No entanto, de acordo com outra pesquisa da Clockify, 41% dos funcionários alegam que as empresas não tomam medidas em relação ao burnout, e 36% nem mesmo sabem se as empresas para as quais trabalham têm um programa de apoio a funcionários com a síndrome.

À medida que empregadores do Reino Unido sentiram o impacto da pandemia do coronavírus no trabalho, na vida e na saúde mental dos funcionários, a Sodexo Engage, empresa especializada em benefícios para funcionários, explicou o que as empresas precisam saber sobre o burnout.

Jamie Mackenzie, diretor na Sodexo Engage, disse: "Em tempos de mudanças e incertezas, é comum se sentir sobrecarregado e deixar que a ansiedade tome conta".

"Os empregadores não têm muito controle sobre a crise atual, mas eles têm o controle sobre como as empresas vão passar por ela, incluindo como apoiarão suas equipes."

"Se a equipe se sentir apoiada pelo empregador, ela também se sentirá mais feliz e comprometida, especialmente agora que o ambiente de trabalho está passando por tantas mudanças e a sensação de isolamento é mais comum."

Recomendações da Sodexo Engage para lidar com as cinco causas de burnout:

Tratamento injusto no trabalho

Nenhum empregador quer acreditar que sua equipe esteja sendo maltratada, mas é importante criar uma cultura de trabalho em que todos sejam encorajados a se manifestar, caso isso ocorra.

Criar reuniões regulares com os funcionários e disponibilizar uma plataforma para que eles possam apontar qualquer possível caso de maus-tratos na empresa são boas alternativas.

Os empregadores devem deixar claro para as equipes que o bem-estar de todos é importante, além de criar espaços seguros para que qualquer problema seja reportado.

Carga de trabalho desmedida

É comum pensar que, para resolver o problema do burnout, basta encorajar os funcionários a trabalharem menos horas, mas essa nem sempre é a solução.

Garantir que as equipes tenham os recursos necessários para trabalhar sem frustrações no que diz respeito a processos, falta de treinamento ou de tecnologia pode fazer toda a diferença.

Os empregadores podem prevenir o burnout proativamente, garantindo que as equipes tenham acesso ao software e aos equipamentos necessários para trabalharem de forma rápida e eficaz. Isso também reduz o risco de erros, pois os funcionários acabam se sentindo mais comprometidos com o trabalho.

Falhas de comunicação dos gerentes

A comunicação clara e consistente por parte dos gerentes é essencial, especialmente em tempos de incerteza como agora, durante a crise do coronavírus.

Algumas formas de reduzir a ansiedade e o estresse desnecessários incluem manter os funcionários atualizados sobre a direção em que a empresa está seguindo, o que está sendo feito para apoiar os funcionários e como ela está se adaptando às orientações governamentais mais recentes.

Fazer reuniões frequentes, de preferência por chamada de vídeo para promover uma interação mais pessoal, também é fundamental para manter os funcionários a par de tudo.

Falta de suporte da gerência

Os gerentes devem estar atentos ao bem-estar dos funcionários e garantir que eles tenham oportunidades regulares para expressar preocupações, sejam elas relacionadas ao trabalho ou não.

Os gerentes devem conseguir identificar sinais iniciais de burnout nos funcionários e agir para evitar que a situação evolua.

Eles devem orientar os funcionários a participar de programas de apoio e sobre benefícios ou iniciativas da empresa que possam não ter sido claramente apresentados anteriormente.

A adoção de um Programa de Assistência ao Empregado (PAE) oferece às equipes assistência para problemas pessoais e profissionais que possam impactar o desempenho no trabalho e a saúde e o bem-estar emocionais e mentais. Os funcionários podem buscar ajuda profissional para questões de saúde física, mental e financeira, além de quaisquer problemas de relacionamento. Um PAE pode oferecer suporte externo e aconselhamento quando o departamento de RH não puder ajudar.

Prazos pouco razoáveis

Se um funcionário estiver trabalhando sem parar para concluir suas tarefas, pode ser que ele esteja soterrado por uma montanha de responsabilidades, mas não se sinta à vontade para pedir ajuda.

Quando isso passa despercebido, uma reação em cadeia ocorre, resultando inevitavelmente no burnout.

Os empregadores devem deixar claro que os funcionários podem sinalizar, caso sintam que têm muito trabalho ou que precisam de ajuda.

A ansiedade em relação à carga de trabalho pode ser resolvida ajudando os funcionários a distribuir essa carga, delegando as tarefas mais uniformemente e reavaliando as responsabilidades da equipe.

Lydia Smith

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