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Sindicato denuncia à CVM supostas irregularidades na venda de ações da Caixa Seguridade

ISABELA BOLZANI
·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - ​O Sindicato dos Bancários denunciou a Caixa Econômica Federal junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) por supostamente descumprir instruções do órgão na venda de ações para a abertura de capital da sua subsidiária de seguros. Segundo o diretor do sindicato e funcionário da Caixa, Dionísio Reis, as acusações são de que o banco estaria cobrando metas de até R$ 1 milhão por agência em vendas de ações da Caixa Seguridade sem separar um grupo especializado e adequado de representantes para oferecer ações aos investidores e sem necessariamente considerar o chamado suitability (adequação dos investimentos a depender do perfil do investidor). Esse perfil é obtido por meio de questionários e determina o apetite de risco de cada investidor, classificando-o como conservador, moderado, arrojado ou agressivo –sendo os dois últimos mais aptos a investir diretamente em Bolsa de Valores. “É crime oferecer ações para 100% dos seus clientes, quando apenas 10% estariam qualificados para a compra, seja pela sua condição financeira, seja por sua perspectiva de investimento de médio e longo prazo. Existe um processo de má-fé da Caixa Econômica Federal”, afirmou o diretor do sindicato Luiz Claudio Marcolino, à época das denúncias. Procurada, a CVM confirmou que recebeu as denúncias e que vai analisá-las para decidir se abre um processo contra o banco ou não. "A CVM analisará o conteúdo no âmbito de processo administrativo", disse em nota. O banco foi procurado na manhã desta segunda-feira (26) para comentar a acusação, mas não respondeu. GREVE Ainda segundo o sindicato dos bancários, a abertura de capital da Caixa Seguridade é um dos motivos para a greve de 24 horas anunciada para esta terça-feira (27). A estreia da Caixa Seguridade na Bolsa de Valores está prevista para a próxima quinta-feira (29). Dentre as demais reivindicações dos funcionários está a contratação dos aprovados no concurso público feito pelo banco em 2014, maior proteção contra a Covid-19 nas agências, inclusão dos empregados que atuam na linha de frente do banco no grupo prioritário da vacina e o pagamento integral da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) Social. “Assembleias de empregados da Caixa realizadas em todo o país decidiram pela indicação de paralisação em protesto contra os sucessivos ataques do governo Bolsonaro aos trabalhadores e ao banco”, afirmou o Sindicado dos Bancários São Paulo, Osasco e Região em nota. Sobre a greve, a Caixa afirmou apenas que participa de mesa permanente de negociação com as representações sindicais.