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Sinalização do Fed estimula alta dos juros de títulos pelo mundo

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Os rendimentos dos títulos se mantêm próximo aos maiores patamares desde antes da pandemia em todo mundo à medida que a postura mais dura do Federal Reserve faz com que os investidores se preparem para uma retirada mais rápida dos estímulos monetários de outros bancos centrais.

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Os rendimentos de cinco anos do Reino Unido ultrapassaram 1% na segunda-feira, no maior valor desde março de 2019, enquanto os papéis alemães de 10 anos chegaram a ficar a três pontos base de entrar em território positivo pela primeira vez desde maio de 2019, antes de recuar novamente. Isso ocorreu com os títulos americanos perto dos níveis vistos pela última vez no início de 2020.

O sinal do Fed para um aperto mais rápido colocou os investidores em alerta, em busca de pistas sobre uma aceleração na normalização da política monetária globalmente, elevando os rendimentos dos títulos da Europa à Austrália. Isso apesar da presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, ter reiterado que um primeiro aumento é improvável em 2022, com as expectativas de inflação mais moderadas do que suas contrapartes americanas.

A fraqueza nos títulos da zona do euro mostra que “o mercado continua focado em acelerar os roteiros de saída”, disse Rainer Guntermann, estrategista de renda fixa do Commerzbank AG.

Os comentários da membro da Comissão Executiva do BCE, Isabel Schnabel, sobre os impactos da transição energética nas previsões de inflação do banco central “também aumentam a ansiedade do mercado”, acrescentou Guntermann.

Os mercados monetários do Reino Unido precificam cerca de 20 pontos-base de aumento das taxas de juros para a próxima reunião do Banco da Inglaterra, em fevereiro, depois que os dirigentes entregaram um surpreendente aumento de 15 pontos-base no mês passado. Um aumento para 50 pontos base seria fundamental para os investidores e sinalizaria o início do processo do BOE de reduzir seu balanço patrimonial.

Os investidores podem encontrar mais evidências para estimular a liquidação dos títulos nesta semana, com a divulgação da inflação dos EUA marcada para quarta-feira e uma séria de discursos de dirigentes do banco central em ambos os lados do Atlântico.

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