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Sinais mostram que alto preço do milho começa a esfriar demanda

Megan Durisin
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Há um pouco de alívio à frente na oferta de milho, quando a escalada dos preços começa a reduzir a demanda.

O Conselho Internacional de Grãos (IGC, na sigla em inglês) elevou a estimativa para os estoques na temporada 2021-22, para 264 milhões de toneladas. Embora ainda seja o menor nível mundial em nove anos, supera a previsão inicial da agência no mês passado, enquanto as projeções de comércio e consumo diminuem.

Os preços do milho mostram forte rali em meio à redução da oferta global. As cotações dos contratos futuros de Chicago mais do que dobram nos últimos 12 meses. Outros grãos seguem a tendência, mas os ganhos do trigo são menores, e o IGC elevou a previsão de consumo do grão no próximo ano. Países como Indonésia têm pedido às processadoras de rações que usem mais trigo devido ao alto preço do milho.

Ainda assim, a migração da demanda não é panaceia para o setor agrícola, pois a oferta geral continua escassa. O conselho manteve a estimativa de estabilidade para os estoques mundiais de grãos em relação à temporada atual, após uma redução de quatro anos. Todos os olhares estão voltados para a produção brasileira de milho nas últimas semanas, diante do contínuo impacto do clima seco na safrinha de milho.

“É a Europa que provavelmente será a mais afetada, porque geralmente dois terços de nossas importações de milho de agosto a outubro vêm do Brasil”, disse Sebastien Poncelet, diretor de desenvolvimento da consultoria Agritel em Paris, segundo comunicado divulgado na quinta-feira. A próxima temporada pode ser “tão volátil quanto a anterior, com muitos riscos para todo o setor”.

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©2021 Bloomberg L.P.