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Shoppings registram queda de 12% na vendas de Natal

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*arquivo* Sao Paulo, SP, 18.12.2020 - Expectativa de vendas no Natal da pandemia. Movimento de compras no shopping D. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)
*arquivo* Sao Paulo, SP, 18.12.2020 - Expectativa de vendas no Natal da pandemia. Movimento de compras no shopping D. (Foto Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As vendas em shoppings neste Natal foram mais baixas do que as registradas em 2019. Segundo dados da Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers), baseados no Índice Cielo do Varejo Ampliado, as quedas foram de 12% na comparação com o ano anterior.

"Vínhamos com uma queda média de 25% nas vendas (nas últimas quatro semanas) e a força do período nas vendas do Natal fez esse índice subir, só não foi ainda melhor devido ao retrocesso nas imposições de mais restrições por parte do governo", afirma Glauco Humai, presidente da Abrasce, em comunicado enviado à imprensa.

A Abrasce afirma que o tíquete médio neste ano foi de R$ 197 alta de 5,9% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado.

Sondagem feita pela Ablos (Associação Brasileira dos Lojistas Satélites) também mostra queda. O levantamento foi feito por setores e apenas as joalherias e as lojas de artigos para o lar venderam mais do que em 2019. De acordo com a associação, os setores registraram alta de 6% e 15%, respectivamente, no Natal deste ano.

Alimentação e serviços foram os segmentos que amargaram as quedas mais altas. Segundo a Ablos, estes setores venderam até 35% menos do que em 2019. Vestuário e calçados apresentaram queda de 28%, perfumaria 20%, acessórios e óticas 18% e lingerie/roupas íntimas 12%.

"A grande preocupação agora se volta aos custos ocupacionais nos shopping centers que enfrentam uma cláusula a qual cobram um 13º aluguel dos lojistas, além da correção do IGP-M que este ano chega ao absurdo desproporcional e insuportável de 25%", diz Tito Bessa Junior, presidente da Ablos.

Segundo a associação, a queda nas vendas neste ano foi de cerca de 40% por conta das medidas restritivas impostas na tentativa de conter a pandemia de coronavírus.