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Shell sinaliza provável queda nas vendas de combustíveis no 1° trimestre

·1 minuto de leitura

LONDRES (Reuters) - A Shell espera que suas vendas de combustíveis caiam ou na melhor hipótese fiquem estáveis no primeiro trimestre, disse nesta quarta-feira a empresa, líder global em comercialização de combustíveis no varejo, indicando que a recuperação da demanda segue lenta em meio a restrições associadas ao coronavírus.

Em atualização sobre suas operações de comercialização, a Shell disse que suas vendas de produtos refinados de petróleo no primeiro trimestre ficaram entre 3,7 milhões e 4,7 milhões de barris por dia (bpd), ante 4,8 milhões de bpd no último trimestre de 2020.

A Shell projetava antes que as vendas no trimestre atingiriam 4,5 milhões de bpd.

As taxas de utilização de refinarias no trimestre ficaram em de 71% a 75% , ante projeção de 73% a 81%.

As margens de refino da Shell melhoraram para cerca de 2,6 dólares por barril no trimestre, ante 1,6 dólar no trimestre anterior.

Em gás, a Shell disse que os resultados de comercialização serão "significativamente abaixo da média".

A Shell vê sua produção de gás natural liquefeito (GNL) em entre 7,8 milhões e 8,4 milhões de toneladas, ante 8,2 milhões de toneladas no trimestre anterior e uma previsão de entre 8 milhões e 8,6 milhões de toneladas.

A produção total do setor de "upstream" deve subir para de 2,4 milhões a 2,48 milhões de barris de óleo equivalente, na faixa inferior das projeções anteriores, ante 2,37 milhões no último trimestre de 2020.

Uma onda de frio que atingiu o Texas deve ter impactado a produção entre 10 mil a 20 mil bpd, impactando os lucros ajustados do primeiro trimestre em 200 milhões de dólares. A empresa divulgará seu balanço em 29 de abril.