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Shell e Raízen fecham parceria com USP para produção de hidrogênio verde de etanol

Plantação de cana-de-açúcar, matéria-prima do etanol. Biocombustível pode ser usado na produção de hidrogênio verde.

(Reuters) - A Shell Brasil e a Raízen fecharam uma parceria com a Universidade de São Paulo (USP) para a produção de hidrogênio renovável (H2) a partir de etanol fornecido pela Raízen, informaram as empresas nesta quinta-feira.

Está prevista a construção de duas plantas dimensionadas para fabricação de 5 quilos por hora de hidrogênio e, posteriormente, a implementação de uma planta 10 vezes maior, de 44,5 kg/h.

Também será implementado no campus da USP um posto de abastecimento veicular para ônibus que transportam estudantes e visitantes na Cidade Universitária, substituindo os atuais modelos a combustão, movidos a diesel.

"Com início da operação previsto para 2023, a iniciativa surge como uma solução de baixo carbono para transporte pesado, incluindo caminhões e ônibus, com o primeiro posto a hidrogênio de etanol do Brasil e no mundo", informou a Raízen em nota.

O projeto será financiado pela Shell Brasil, por meio da cláusula de Pesquisa e Desenvolvimento da reguladora ANP, com investimento de aproximadamente 50 milhões de reais.

A tecnologia será desenvolvida e fabricada pela Hytron, do grupo alemão Neuman & Esser (NEA), com suporte do Instituto Senai de Inovação em Biossintéticos e Fibras do Senai Cetiqt.

(Por Rafaella Barros)