Mercado abrirá em 2 h 50 min
  • BOVESPA

    119.710,03
    -3.253,98 (-2,65%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    48.748,41
    -906,88 (-1,83%)
     
  • PETROLEO CRU

    64,27
    -1,81 (-2,74%)
     
  • OURO

    1.811,20
    -11,60 (-0,64%)
     
  • BTC-USD

    49.872,01
    -6.641,35 (-11,75%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.348,11
    -215,72 (-13,79%)
     
  • S&P500

    4.063,04
    -89,06 (-2,14%)
     
  • DOW JONES

    33.587,66
    -681,50 (-1,99%)
     
  • FTSE

    6.859,33
    -145,30 (-2,07%)
     
  • HANG SENG

    27.718,67
    -512,37 (-1,81%)
     
  • NIKKEI

    27.448,01
    -699,50 (-2,49%)
     
  • NASDAQ

    12.961,00
    -37,50 (-0,29%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3967
    -0,0088 (-0,14%)
     

Seul quer contestar em tribunal decisão japonesa de liberar água contaminada de Fukushima

Hyonhee Shin
·1 minuto de leitura
Água de Fukushima

Por Hyonhee Shin

SEUL (Reuters) - O presidente da Coreia do Sul ordenou nesta quarta-feira que autoridades estudem apelar a um tribunal internacional contra a decisão do Japão de liberar água contaminada de sua usina nuclear destruída de Fukushima no mar, em meio a protestos de pesqueiros e grupos ambientais.

De acordo com planos revelados pelo Japão na terça-feira, a liberação de mais de um milhão de toneladas de água contaminada da usina danificada em 2011 por um terremoto e um tsunami começará em cerca de dois anos, após uma filtragem para a remoção de isótopos prejudiciais.

O plano enfrentou uma oposição imediata dos vizinhos Coreia do Sul, China e Taiwan.

A Coreia do Sul protestou com veemência da decisão, convocando Koichi Aiboshi, embaixador de Tóquio em Seul, e marcando uma reunião intra-agências de emergência para formular sua reação.

O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, disse que autoridades deveriam analisar maneiras de contestar a ação japonesa no Tribunal Internacional conforme a Lei dos Mares, inclusive solicitando uma medida cautelar, disse seu porta-voz, Kang Min-seok, em uma entrevista coletiva.

Moon também expressou preocupação sobre os planos do Japão quando Aiboshi apresentou suas credencias. O embaixador japonês chegou à Coreia do Sul em fevereiro para assumir o cargo.

"Só posso dizer que há muitas preocupações sobre uma decisão aqui, sendo um país que está geologicamente mais próximo e compartilha o mar com o Japão", disse Moon, pedindo que Aiboshi transmita tais receios a Tóquio, de acordo com Kang.

(Reportagem adicional de Yew Lun Tian em Pequim)