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Setores agrícola e pecuário analisam efeitos do horário de verão

·1 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O movimento de empresários pela volta do horário de verão, que atraiu o apoio de restaurantes, negócios de turismo e até do empresário bolsonarista Luciano Hang, ainda está sendo analisado nos setores agrícola e pecuário.

Segundo Eduardo Daher, diretor-executivo da Abag (Associação Brasileira do Agronegócio), a iniciativa é vista com bons olhos em tempos de crise hídrica e energética. Mas ainda não houve adesão formal à proposta, que já foi enviada ao governo.

“Estamos muito preocupados com a estiagem neste ano, que vai acabar gerando o encarecimento de alimentos. E outra parte da inflação vem da energia”, afirma ele. Daher afirma que a volta do horário de verão pode estender o tempo de trabalho do produtor rural na luz do sol.

A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) pondera que a medida faria pouca diferença na rotina das granjas e dos produtores bovinos e suínos porque as atividades dependem da necessidade dos animais. “Não existe isso de mudar o horário do trato do animal,” afirma Ricardo Santin, presidente da associação.

Ele estima, no entanto, que o funcionamento estendido de bares e restaurantes pode aumentar o consumo de alimentos. “O pleito é legítimo, e o nosso setor também contempla a indústria, que pode ganhar mais uma hora de sol para trabalhar e ajudar no contexto da crise energética, mas não sabemos o impacto disso ainda”, diz Santin.

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