Mercado fechará em 2 h 18 min
  • BOVESPA

    110.265,51
    +1.777,62 (+1,64%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.733,82
    +215,52 (+0,42%)
     
  • PETROLEO CRU

    109,80
    -0,48 (-0,44%)
     
  • OURO

    1.848,10
    +6,00 (+0,33%)
     
  • BTC-USD

    30.131,85
    +127,79 (+0,43%)
     
  • CMC Crypto 200

    676,51
    +1,64 (+0,24%)
     
  • S&P500

    3.963,41
    +62,05 (+1,59%)
     
  • DOW JONES

    31.863,65
    +601,75 (+1,92%)
     
  • FTSE

    7.513,44
    +123,46 (+1,67%)
     
  • HANG SENG

    20.470,06
    -247,18 (-1,19%)
     
  • NIKKEI

    27.001,52
    +262,49 (+0,98%)
     
  • NASDAQ

    11.948,50
    +107,75 (+0,91%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,1320
    -0,0208 (-0,40%)
     

Setor de turismo projeta retomada, mas com viajantes econômicos

  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.
·2 min de leitura
Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O levantamento da FecomercioSP sobre os preços no setor de turismo apontou, em março, uma alta mensal de 6,48% no aluguel de veículos, o que pode ser atribuído à dificuldade de renovação das frotas, segundo Mariana Aldrigui, presidente do conselho de turismo da entidade.

No acumulado de doze meses, o avanço chega a 18,35%.

"Tem mais demanda por carros, para empresas, turismo ou Uber, mas existem menos carros para renovar essa frota e alguns em manutenção. Então, naturalmente tem uma pressão, somado à questão inflacionária dos insumos", afirma.

No geral, contando os outros itens do setor, houve deflação de 0,62%.

Aldrigui afirma que, com o arrefecimento da pandemia em 2021, as famílias começaram a planejar viagens para outubro, novembro e dezembro. Essa movimentação também fez os preços subirem.

Houve uma nova queda da demanda, e o setor tendeu a se contrair novamente, em um reequilíbrio natural do mercado, o que não deve ser preocupante para as empresas, segundo ela.

O mercado do turismo conseguiu arrecadar R$ 13,2 bilhões em fevereiro, de acordo com o levantamento, aumento de 17,8% se comparado ao mesmo período do ano passado.

"Apesar de existirem empresas que deixam de operar, ou mesmo outras empresas consumidoras de turismo que passam a gastar menos, tem a priorização maior dos gastos feitos pelas famílias. Então, tem mais viagens de lazer, que são pagas pelo orçamento doméstico, e a gente tende a parcelar e fazer opções econômicas, quando possíveis", explica Aldrigui.

Para a professora, o Brasil vive um ano atípico, com crise financeira, eleições e Copa do Mundo deslocada para novembro e dezembro. O cenário otimista de agora, portanto, pode não se sustentar para o resto de 2022 e, a partir de junho, segundo ela, é possível ver uma queda nas arrecadações, que não deve ser drástica.

"É provável que até tenha mais gente viajando em 2022 do que o período equivalente em 2019 e 2020, mas o ticket médio está um pouco mais baixo."

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos