Mercado fechará em 6 h 33 min
  • BOVESPA

    122.203,40
    +402,19 (+0,33%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.195,43
    -438,48 (-0,85%)
     
  • PETROLEO CRU

    68,26
    +0,11 (+0,16%)
     
  • OURO

    1.814,50
    0,00 (0,00%)
     
  • BTC-USD

    37.729,98
    -1.151,89 (-2,96%)
     
  • CMC Crypto 200

    935,59
    +8,82 (+0,95%)
     
  • S&P500

    4.402,66
    -20,49 (-0,46%)
     
  • DOW JONES

    34.792,67
    -323,73 (-0,92%)
     
  • FTSE

    7.109,38
    -14,48 (-0,20%)
     
  • HANG SENG

    26.204,69
    -221,86 (-0,84%)
     
  • NIKKEI

    27.728,12
    +144,04 (+0,52%)
     
  • NASDAQ

    15.100,25
    +26,75 (+0,18%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,0728
    -0,0455 (-0,74%)
     

Setor de serviços dos EUA desacelera em junho, aponta ISM

·2 minuto de leitura

Por Lucia Mutikani

(Reuters) - A atividade do setor de serviços dos Estados Unidos cresceu a um ritmo moderado em junho, provavelmente contida pela escassez de mão de obra e matéria-prima, resultando em um aumento contínuo de trabalhos inacabados.

O Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM, na sigla em inglês) informou nesta terça-feira que seu índice para a atividade não manufatureira caiu para 60,1 no mês passado, ante 64,0 em maio, esta a maior leitura da série histórica.

Leitura acima de 50 indica crescimento do setor de serviços, que responde por mais de dois terços da atividade econômica norte-americana. Economistas consultados pela Reuters previam uma desaceleração para 63,5 em junho.

A economia dos EUA foi afetada pela escassez de mão de obra e matérias-primas ao reabrir após mais de um ano de interrupções causadas pela pandemia de Covid-19. Agora, mais de 150 milhões de norte-americanos estão totalmente imunizados contra o coronavírus, resultando na suspensão das restrições relacionadas à pandemia nas empresas e da obrigatoriedade do uso de máscara, fazendo com que a demanda se mova de bens para serviços.

O subíndice do ISM de pedidos em atraso aumentou para 65,8, ante 61,1 em maio. Novas encomendas permaneceram saudáveis e há amplo espaço para ganhos expressivos nos meses a seguir, com a contração dos estoques em junho. O sentimento de estoque para os clientes permaneceu ruim. Os estoques comerciais se esgotaram no primeiro trimestre em meio à demanda reprimida.

Com as restrições de oferta sem mostrar sinais de diminuição, as empresas continuaram pagando mais pelos insumos. A pesquisa do ISM sobre os preços pagos pelo setor de serviços caiu para 79,5, patamar ainda alto, ante 80,6 em maio, este o maior registro desde setembro de 2005. A elevação contínua sustenta a visão de alguns economistas de que a inflação mais alta será mais persistente do que o previsto pelo Federal Reserve.

A medida do ISM sobre empregos em serviços caiu para 49,3 em junho, de 55,3 em maio. Há, no entanto, um otimismo cauteloso de que a escassez de trabalhadores está começando a diminuir.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos