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Setor de serviços dos EUA desacelera em outubro e pressões de preços aumentam, diz ISM

Restaurante na Filadélfia, EUA

WASHINGTON (Reuters) - A indústria de serviços dos Estados Unidos cresceu em seu ritmo mais lento em quase 2 anos e meio em outubro, mas as empresas continuaram a enfrentar preços mais altos de insumos, confirmando que a inflação está mudando de bens para serviços.

O Instituto de Gestão do Fornecimento (ISM, na sigla em inglês) disse nesta quinta-feira que seu PMI não industrial caiu para 54,4 no mês passado, a leitura mais baixa desde maio de 2020, contra 56,7 em setembro.

Economistas consultados pela Reuters previam que o PMI cairia para 55,5. Uma leitura acima de 50 indica expansão no setor de serviços, que responde por mais de dois terços da atividade econômica dos EUA.

A medida do ISM de novos pedidos recebidos por empresas de serviços caiu para 56,5, de 60,6 em setembro. As empresas, no entanto, relataram uma queda acentuada nas exportações, provavelmente devido à desaceleração do crescimento global e a um dólar forte.

Seu indicador de preços pagos pelas indústrias de serviços por insumos aumentou para 70,7, ante 68,7 em setembro.

Isso contrasta fortemente com a pesquisa de manufatura do ISM, publicada mais cedo nesta semana, que mostrou que os preços das matérias-primas caíram pela primeira vez em 28 meses em outubro, enquanto o desempenho das entregas dos fornecedores foi o melhor desde 2009.

A inflação de bens está diminuindo à medida que a demanda gira de volta para serviços. A mudança para os serviços sugere que pode demorar um pouco para que a inflação geral seja domada.

A medida da pesquisa do ISM para entregas de fornecedores da indústria de serviços aumentou para 56,2 no mês passado, de 53,9 em setembro. Uma leitura acima de 50 indica entregas mais lentas.

Já o indicador de emprego caiu para 49,1, de 53,0 em setembro. Isso marcou a quinta vez este ano que esta medida a território contracionista.

(Por Lucia Mutikani)

REUTERS LB CMO