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Setor de saúde aguarda voto de Rosa Weber sobre piso da enfermagem

*ARQUIVO* BRASILIA, DF,  BRASIL,  12-09-2022, 12h00: Cerimônia de Posse da MInistra Rosa Weber como nova presidente do STF, e do ministro Luis Roberto Barroso como vice presidente da corte. Ao final da cerimônia, Rosa e Barroso foram ao salão branco para receber os cumprimentos dos convidados. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)
*ARQUIVO* BRASILIA, DF, BRASIL, 12-09-2022, 12h00: Cerimônia de Posse da MInistra Rosa Weber como nova presidente do STF, e do ministro Luis Roberto Barroso como vice presidente da corte. Ao final da cerimônia, Rosa e Barroso foram ao salão branco para receber os cumprimentos dos convidados. (Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O voto que a ministra Rosa Weber, recém-empossada presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), dará na ação que questiona o piso da enfermagem é aguardado com curiosidade no setor da saúde.

Seu estado de origem, o Rio Grande do Sul, pode ser um dos mais afetados pela lei sancionada por Bolsonaro no mês passado, com um impacto previsto em R$ 724 milhões por ano, segundo dados da Federação das Santas Casas na região.

Entre as diversas entidades e representações do poder público que pediram o ingresso na ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) contra o piso no STF, está o estado do Rio Grande do Sul.

Neste momento, o placar é de 5 votos a 3. Depois da liminar do ministro Luís Roberto Barroso, votaram a favor da suspensão Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Cármen Lúcia. Os que votaram contra são André Mendonça e Nunes Marques, ambos integrantes do STF que foram indicados por Bolsonaro, além de Edson Fachin.

Faltam os votos dos ministros Gilmar Mendes, Luiz Fux e Rosa Weber.