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Setor de restaurantes prevê alta da inadimplência e crise no Pronampe

·1 min de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, BRASIL, 21-08- 2021: BARES LOTAM COM FIM DAS RESTRIÇÕES - No bairro de Pinheiros, zona oeste da capital, pessoas lotam bares e restaurantes, na noite de 21 de agosto, primeiro sábado após fim das restrições impostas pelo governo do estado por causa da covid. Muitas das pessoas transitava sem máscaras pela via e também dentro dos estabelecimentos. (Foto: Jardiel Carvalho/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, BRASIL, 21-08- 2021: BARES LOTAM COM FIM DAS RESTRIÇÕES - No bairro de Pinheiros, zona oeste da capital, pessoas lotam bares e restaurantes, na noite de 21 de agosto, primeiro sábado após fim das restrições impostas pelo governo do estado por causa da covid. Muitas das pessoas transitava sem máscaras pela via e também dentro dos estabelecimentos. (Foto: Jardiel Carvalho/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Depois de um período de alívio pelo fim das restrições de funcionamento na pandemia, o setor de restaurantes e bares retoma o discurso pessimista.

O motivo é a elevação da Selic para 7,75% ao ano, que vai dificultar o crédito no momento em que as empresas estão descapitalizadas e mais de 30% seguem com prejuízo, segundo Paulo Solmucci, presidente da Abrasel (associação do setor).

Ele afirma que as pesquisas de setembro apontam que quase 45% dos negócios que tomaram empréstimo bancário estão com atraso acima de 90 dias, com tendência de alta, e prevê um colapso nos pagamentos.

A preocupação maior, segundo a Abrasel, é o Pronampe, o programa do governo federal para​ conceder crédito e apoiar micro e pequenas empresas na pandemia. "Por ser o indexador do Pronampe, eleva para 9% os juros cobrados pelo programa de crédito, ante os 3,25% que eram cobrados no ano passado", diz.

Solmucci vai pedir prazos mais alongados de pagamentos ou renegociação de taxas para o setor.

"Ou a gente reestrutura essa dívida, ou todos que tomaram recursos para sobreviver vão ser jogados na inadimplência", afirma. Os custos de aluguel, energia, alimentos e bebidas também alertam.

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