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Setor público deve fechar ano com primeiro superávit primário desde 2013, diz Guedes

·1 min de leitura
Ministro da Economia, Paulo Guedes, participa de evento na CNI em Brasília

BRASÍLIA (Reuters) - O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira que o setor público consolidado --que inclui as contas do governo federal, Estados, municípios e estatais-- deve apresentar superávit primário no encerramento deste ano, registrando o primeiro dado positivo desde 2013.

Em apresentação em inglês durante evento promovido pela consultoria Eurasia, o ministro disse que o apoio do governo federal a Estados e municípios provocou substancial melhora nas contas dos governos regionais.

O ministro destacou que o atual mandato do presidente Jair Bolsonaro será encerrado com uma despesa menor do que a observada em seu primeiro ano, em 2019.

Segundo ele, o governo começou com uma despesa de 19,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019, patamar que foi elevado para 26,5% do PIB em 2020, durante a pandemia, e finalmente retornou a 19,5% na projeção para este ano. Em 2022, pela estimativa da pasta, o gasto deve ficar entre 18% e 18,5% do PIB.

Guedes afirmou que mesmo com a expansão de gastos para ampliar programas sociais, a previsão de déficit para 2022 é de 0,5% do PIB.

O ministro ainda afirmou que preferiria pedir por um "waiver" do que revisar o teto de gastos, mas ressaltou que o país é uma democracia e a decisão final foi pela revisão do teto.

Segundo ele, a mudança no teto abre espaço orçamentário e é "politicamente oportunista", mas ponderou que essa margem adicional já foi ocupada por gastos como a compra de vacinas e despesas previdenciárias.

(Por Bernardo Caram)

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