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Setor de máquinas tem desempenho acima do esperado em agosto, eleva previsão para 2021

·2 minuto de leitura
Vista interna de operação industrial.

SÃO PAULO (Reuters) - A indústria brasileira de máquinas e equipamentos teve vendas acima do esperado em agosto, impulsionada por exportações e por demanda de infraestrutura, segundo dados divulgados nesta quarta-feira pela Abimaq, que representa o setor.

O faturamento subiu 16,7% em agosto ante julho e 25,6% ante a fraca base de comparação de um ano antes, para 20,2 bilhões de reais, segundo a entidade. O consumo aparente, que considera máquinas produzidas no país e importadas, cresceu 8,9% ante julho e 16,6% sobre um ano antes.

"O setor, que vinha em crescimento nos últimos meses, reforçou essa recuperação em agosto, com desempenho acima das expectativas, puxado pelas exportações", disse a jornalistas a diretora de economia e estatística da Abimaq, Cristina Zanella.

As exportações saltaram 19,4% ante julho e 78,4% ante agosto do ano passado, para 912,8 milhões de dólares.

Segundo Zanella, a Abimaq começou o ano com expectativa de que as vendas do setor cresceriam 12% em 2021. Essa previsão foi depois revista para 18%. Agora, a avaliação é que o faturamento vai ter uma alta para além de 20%.

A indústria de máquinas e equipamentos fechou agosto com 83,6% da capacidade instalada ocupada, nível visto pela última vez entre os anos de 2007 e 2008, segundo os dados da entidade.

Zanella lembrou que a indústria nacional teve encolhimento forte nos últimos anos e que os investimentos feitos para compra de máquinas e equipamentos ainda ficaram abaixo do necessário para repor a depreciação natural.

Segundo ela, com o cenário de incertezas da economia, com aumento de inflação e alta de juros, indicadores de confiança dos empresários da indústria têm mostrado queda nos últimos dois meses, "mais pelo mercado interno que pelas exportações".

A expectativa da entidade é que a recuperação do setor se estenda para 2022, impulsionada ainda pelas exportações e pela entrada em operação de contratos de concessão de infraestrutura. "Mas a pressão inflacionária não tem como não impactar na atividade econômica", disse Zanella.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

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