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Setor elétrico não demanda medidas emergenciais apesar de Covid, diz secretária

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SÃO PAULO (Reuters) - O governo brasileiro não vê necessidade de medidas emergenciais para o setor elétrico no momento, mesmo com o recrudescimento da pandemia de coronavírus no país e expectativas de forte alta nas tarifas em 2021, disse nesta segunda-feira a secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Pereira.

"Acho que aprendemos a navegar nesse momento tão desafiador para o país, e a gente tem junto com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) produzido ações já se antecipando a problemas que possam advir, como em função da reduzida capacidade de pagamento dos consumidores", afirmou ela, durante participação em evento do setor transmitido online.

A afirmação fez referência à aprovação pela Aneel na semana passada de uma série de medidas que incluem postergações de pagamentos a empresas de energia como forma de evitar um salto médio de quase 20% nas tarifas em 2021.

"Foi um esforço muito grande em fazer com que os reajustes a serem praticados agora... ficassem menores que duas casas decimais", disse a secretária, durante participação na conferência Agenda Setorial, do Canal Energia.

"Entendo nesse momento não ser necessária nenhuma medida emergencial", acrescentou ela, ao ser questionada sobre eventuais novas ações no setor devido ao aumento esperado nas contas de luz e à pandemia.

Em 2020, o governo federal editou duas medidas provisórias com ações de apoio a elétricas e aos consumidores de energia em meio à pandemia. As MPs permitiram a viabilização de empréstimos junto a bancos para apoiar o caixa de distribuidoras devido aos impactos da crise do coronavírus e ainda ajudaram a conter aumentos nas tarifas no ano passado.

(Por Luciano Costa)