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Setor de serviços cresce pelo 4º mês seguido e chega ao maior nível desde 2016

People walk in a popular street market before Christmas, amid the coronavirus disease (COVID-19) outbreak, in São Paulo, Brazil, December 24, 2020.  (Photo by Cris Faga/NurPhoto via Getty Images)
Consumidores em rua de comércio popular em São Paulo (Getty Images)
  • Números do setor mostram uma recuperação mais consistente

  • Vacinação e relaxamento de medidas sanitárias foram os responsáveis pelo crescimento

  • Setor é o maior empregado do Brasil

O volume de serviços prestados no Brasil avançou 1,1% em julho, comparando o com junho, segundo dados divulgados nesta terça-feira (14) pelo IBGE. Foi a 4ª alta mensal seguida. Assim, o setor atingiu o maior nível em 5 anos.

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O setor de serviços foi o mais atingido pela pandemia (lojas, bares, restaurantes tiveram que fechar ou ter um funcionamento bastante restrito) e segue em recuperação, favorecido pelo avanço da vacinação e relaxamento das restrições.

Em relação a julho do ano passado, a alta foi de 17,8%, a quinta taxa positiva seguida.

No acumulado no ano, o avanço é de 10,7%. Em 12 meses, o setor teve ganho de 2,9%, mantendo a trajetória de crescimento iniciada em fevereiro.

Altas do setor

A alta do setor em julho foi sustentada por duas das cinco atividades: serviços prestados às famílias (3,8%) e os serviços profissionais, administrativos e complementares, que avançaram 0,6% e superaram pela primeira vez, o patamar pré-pandemia, 0,5% acima de fevereiro de 2020.

Por outro lado, houve queda em serviços de informação e comunicação (-0,4%), de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-0,2%) e em outros serviços (-0,5%).

Vale lembrar que o setor de serviços é o responsável pela maior fatia da PIB e também o maior empregador do Brasil. No momento, o país tem quase 14,5 milhões de desempregados.

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