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Setor de roupas deve bombar nesta Black Friday

·2 min de leitura
  • Estimativas apontam uma movimentação de R$ 4 bilhões no período de promoções

  • Em segundo lugar estão os celulares, com apelo a 40% dos consumidores

  • Alta do setor pode ser indício do desejo ao retorno das atividades pré-pandemia, aponta diretora do Google.

Segundo uma pesquisa divulgada pelo Google nesta quinta-feira (28), o setor de vestuários é o mais desejado pelos brasileiros nesta Black Friday, à frente até mesmo dos celulares, que já se solidificaram como uma das tradicionais compras da época.

Na intenção de medir o clima de compras neste dia de promoções, a empresa Ipsos entrevistou 500 pessoas sobre suas intenções de compras para o dia 26 de novembro, data da Black Friday.

Os resultados apontaram que 64% dos entrevistados tem intenção de comprar alguma mercadoria na data. Os 36% restantes ainda apresentam dúvidas ou pretendem não gastar.

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Dentre os consumidores que responderam afirmativamente ou que estão em dúvida, cerca de 62% demonstraram interesse no setor de vestuário. Em segundo lugar ficou celulares com 40%, livros e papelaria com 38%, calçados com 33% e cuidados pessoais com 27%. Na pesquisa, os entrevistados podiam responder mais de uma categoria.

Gleidys Salvanha, diretora de negócios para o varejo do Google Brasil, acredita que o grande interesse pelos itens de vestuário está associado à flexibilização do isolamento social e o retorno das atividades pré-pandemia, graças aos esforços de vacinação contra a covid-19.

"A gente está chamando esta Black Friday de Black Friday do começo ou do recomeço. Temos um consumidor totalmente transformado. Ele aprendeu muito na pandemia. Muitos entraram no online."

A pesquisa vem como boa notícia para muitas empresas que abriram seu leque de produtos e se aventuraram no mundo da moda, como a Vista Magalu, iniciativa da Magazine Luiza para revolucionar o mundo da moda.

A projeção de vendas da Black Friday deste ano, no entanto, poderia ser melhor segundo Fabio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

"Apostaria em uma movimentação financeira próxima de R$ 4 bilhões. Esse valor poderia ser maior? Poderia. Mas não deve ser porque as condições de consumo não são tão favoráveis", disse Bentes à Folha de São Paulo.

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