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Sete brasileiros entre os finalistas do Prêmio Oceanos 2020

O Globo
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Tomas Bertelsen / ©Rolex/Tomas Bertelsen

O Prêmio Oceanos anunciou nesta terça-feira, 24, os dez finalistas que concorrerão ao melhor livro de 2020. São os últimos candidatos de uma lista de 1872 obras concorrentes, que foram analisadas por jurados de quatro países: Brasil, Cabo Verde, Portugal e Moçambique.

Na lista estão os brasileiros "A ocupação", de Julián Fuks, (Companhia das Letras); "As solas dos pés de meu avô", de Tiago D. Oliveira (Patuá), "Carta à rainha louca", de Maria Valéria Rezende (Alfaguara), "Sombrio ermo turvo", de Veronica Stigger (Todavia), "Torto arado", de Itamar Vieira Junior (Todavia), A cidade inexistente, de José Rezende Jr. (7Letras), e "As durações da casa", de Julia de Souza (7Letras); e os portugueses "A visão das plantas", de Djaimilia Pereira de Almeida (Relógio D’Água), "Obnóxio", de Abel Barros Baptista (Tinta-da-China), e “Autobiografia, de José Luís Peixoto (TAG).

Até dezembro, o júri final irá eleger os três vencedores, que receberão, ao todo, R$ 250 mil (R$ 120 mil para o primeiro colocado, R$ 80 mil e R$ 50 mil para o segundo e o terceiro, respectivamente).

Devido à pandemia, as análises e votações do Oceanos são realizadas virtualmente. Nas semifinais, participaram do júri os portugueses Clara Rowland, Gustavo Rubim, Isabel Pires de Lima, de Portugal; Nataniel Ngomane, de moçambicano; e os brasileiros Ana Paula Maia, Edimilson de Almeida Pereira e José Castello. Já o júri final é composto pelos portugueses Joana Matos Frias e Carlos Mendes de Sousa, professor; o angolano Ondjaki, escritor; a são-tomense Inocência Mata; e pelos brasileiros Angélica Freitas, João Cezar de Castro Rocha e Viviana Bosi.

No ano passado, os vencedores foram “Luanda, Lisboa, Paraíso”, de Djaimilia Pereira de Almeida,;“Eliete – A vida normal”, de Dulce Maria Cardoso; e “Sorte”, de Nara Vidal.