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Servidores de Titanfall 2 saem do ar e jogadores reportam invasão

·3 minuto de leitura

Uma falha generalizada nos servidores de Titanfall 2 deixou os jogadores do título sem conseguirem acessar partidas na noite desta quarta-feira (8). Para piorar um pouco a situação, começaram a se espalhar os relatos de que se tratava de um incidente de segurança, com a descoberta de uma vulnerabilidade que permitiria a execução remota de códigos no PC dos usuários — não há motivos para pânico, de acordo com a desenvolvedora Respawn.

Em publicação no Twitter, ainda na noite desta quarta, a produtora disse estar investigando uma vulnerabilidade de segurança que, mais tarde e segundo a própria, se provou de baixa periculosidade. A exploração poderia ser usada para travar o título nos PCs e consoles dos jogadores, mas nenhum outro risco além deste teria sido detectado de acordo com as análises da empresa, que não se pronunciou desde então.

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Entre os jogadores e nas comunidades oficiais, entretanto, a situação era de pânico, com a possibilidade de a brecha de segurança poder levar à execução remota de códigos. Os relatos apontavam para uma falha que permitiria a instalação de malwares e a extração de dados sigilosos nos dispositivos dos usuários, a partir de uma brecha do tipo buffer overflow.

Mais especificamente, a vulnerabilidade possibilitaria que a memória permitida para o tamanho dos nomes de usuário no sistema de convites do game fosse ultrapassada, com o sistema passando a registrar informações fora dos espaços designados. Isso permitiria a colocação de códigos executáveis nos nicks, consentindo, em teoria, rodar aplicativos e instalar pragas nos consoles e PCs alheios — esse segundo aspecto, inclusive, foi um dos motivos para que o relato fosse olhado com dúvida.

<em>Enquanto a produtora falava pouco e dizia investigar o assunto, o temor quanto a uma vulnerabilidade mais grave se espalhava pela comunidade, ainda que não existam indícios de veracidade (Imagem: Captura de tela/Felipe Demartini/Canaltech)</em>
Enquanto a produtora falava pouco e dizia investigar o assunto, o temor quanto a uma vulnerabilidade mais grave se espalhava pela comunidade, ainda que não existam indícios de veracidade (Imagem: Captura de tela/Felipe Demartini/Canaltech)

Ainda assim, o temor se instalou e a recomendação da própria comunidade era para que os jogadores não apenas evitassem executar o game, mas o desinstalassem inteiramente, principalmente nos computadores. Por outro lado, a própria veracidade do relato foi questionada pela abrangência e ausência de provas de conceito e evidências de utilização maliciosa, com uma postagem retirada do Discord, publicada por um fã da franquia, sendo o único indício de comprometimento. A Respawn não confirmou nem negou o assunto, com as publicações feitas no Twitter sobre a investigação do caso sendo os únicos comentários sobre o tema.

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Após uma madrugada de indisponibilidade, os servidores do título teriam voltado a funcionar em torno das 9h da manhã desta quinta-feira (9). Entretanto, como dito, a produtora do game ainda não falou sobre o assunto, com a atualização sendo dada por um perfil da comunidade de fãs, o Titanfall Forever. A Electronic Arts, que distribui o título em todo o mundo, também não falou no assunto.

Histórico de problemas

Não é a primeira vez, entretanto, que os problemas nos servidores de Titanfall entram em pauta. Em julho, um grupo de fãs desfigurou as listas de partidas do game gratuito Apex Legends, também desenvolvido pela Respawn, para exibir mensagens de ordem à desenvolvedora, para que conserte problemas de instabilidade e tome atitudes contra trapaceiros.

Os textos apareceram nas versões PC e Xbox do título, redirecionando os usuários a um site que relatava uma experiência injogável nos dois games da série, principalmente nos PCs. A campanha Save Titanfall acusa a Respawn e a EA de tentarem lucrar com o título, que segue à venda, enquanto varrem os problemas de infraestrutura e jogabilidade para baixo do tapete, o que incluiria também falhas de segurança como a que permitiu a própria desfiguração das listas de reprodução — uma abertura que, se explorada por terceiros maliciosos, poderia servir para induzir o acesso a sites perigosos.

Fonte: Canaltech

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