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Serviços de streaming chegam a custar R$ 268 para o brasileiro

Video on demand, TV streaming, multimedia. Hand holding remote control
Está ficando cada vez mais caro manter a assinatura de todas as plataformas (Getty Image)
  • Ao longo dos anos, surgiram cada vez mais opções de plataformas para assinar

  • Os serviços já existentes também sofreram reajustes com o tempo

  • Para manter todos os serviços de streaming é necessário gastar 22.11% de um salário mínimo

Tudo começou com o primeiro mês de assinatura grátis da Netflix. Com o conforto e praticidade oferecido pelo serviço, cada vez mais brasileiros decidiram continuar na versão paga.

Quando só se falava de Fleabag e This Is Us nas redes sociais, algumas pessoas resolveram experimentar também a Prime Video, plataforma com uma aparência tão vintage que fazia qualquer pessoa se sentir em uma locadora de fita cassete.

O mercado nacional não poderia ficar de fora. Os novelereiros de plantão também puderam acessar um conteúdo exclusivo quando a Globoplay também entrou no mercado.

Somando esses três serviços de streaming, que eram os principais em 2019, o brasileiro desembolsava R$ 77,70 por mês. Com o reajuste no valor das assinaturas, agora é necessário gastar R$ 95,70 para continuar acessando às séries, filmes e novelas. Esse foi um reajuste de 23,2%.

Mas ainda não era suficiente. Euphoria ficava entre os assuntos mais comentados do Twitter toda semana. Para acompanhar a série do momento, era preciso assinar a HBO Max. Outros lançamentos também chamaram a atenção do público e com eles vieram a Disney+, Telecine, Apple TV+, Star+, Starzplay e Paramount+.

Para ter acesso a todas essas plataformas, o fã de produções audiovisuais precisa desembolsar, no mínimo, até R$ 268 para assinar todos esses serviços. Isso representa 22.11% do valor do salário mínimo.

Apesar da alta da Netflix ficar pouco abaixo da inflação acumulada no período (23,83%) até agora, o streaming a Prime Video anunciou um aumento de 50% no valor da assinatura. A mensalidade passou de R$ 9,90 para R$ 14,90. O que começou com um período de teste sem custos virou um gasto cada vez mais caro para os brasileiros.

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