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Serviços voltam a ter aumento de preços com flexibilização, após 4 meses em queda

Bruno Villas Bôas
·1 minuto de leitura

Com a flexibilização das medidas de isolamento, os preços dos serviços cresceram em setembro pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), após quatro meses de deflação, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação de serviços foi de 0,17% em setembro, acima da taxa registrada em agosto (-0,47%). O resultado ainda ficou, porém, abaixo do IPCA, que foi de 0,64% no mês, pressionado pelos preços dos alimentos. Dos itens que puxaram o IPCA para o campo positivo, o destaque foi a alimentação fora do domicílio (bares, restaurantes, lanchonetes), com alta de 0,82% no mês, após recuar 0,11% em agosto. Segundo Pedro Kislanov, gerente de Índices de Preços do IBGE, a inflação da alimentação fora do domicílio pode ter duas origens: o repasse aos consumidores da alta dos preços dos alimentos e o aumento da demanda com a flexibilização das medidas de confinamento. “O processo de flexibilização das medidas de isolamento, com a reabertura de alguns locais e as pessoas voltando a sair mais de casa, pode ter provocado um efeito de demanda sobre a alimentação fora de casa”, explicou Kislanov. Outro destaque da inflação de serviços foi a passagem aérea, com aumento de 6,39% em setembro, após alta de 1,97% em agosto. “O movimento também pode ter alguma ligação com a flexibilização, mas os preços das passagens aéreas são colhidos três meses antes”, disse. Mais serviços na área do turismo contribuíram, como o pacote turístico (+1,47%) e aluguel de veículos (+5,14%) em setembro. “Há uma diferença na trajetória dos serviços, mas acho cedo para falar em pressão sobre preços de serviços. É preciso aguardar qual será a trajetória do coronavírus”, explicou Kislanov.