Serviços pressionam custo da construção em janeiro

O grupo Serviços apresentou a aceleração mais expressiva no Índice Nacional de Custos da Construção - Mercado (INCC-M), que avançou de 0,29% para 0,39% na passagem de dezembro para janeiro, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Os três subgrupos que compõem esse grupo subiram.

Dentro de Serviços, que passou de 0,25% em dezembro para 0,70% em janeiro, o item aluguéis e taxas subiu de 0,39% para 0,82% no período. Também registraram alta os serviços pessoais, de 0,20% para 0,68%, e os serviços técnicos, de 0,10% para 0,54%.

Já no grupo Mão de Obra, que passou de 0,31% em dezembro para 0,39% em janeiro, apresentaram avanço no período os itens auxiliar (de 0,30% para 0,45%) e técnico (de 0,29% para 0,37%). O subgrupo especializado recuou de 0,41% para 0,23%. O grupo Materiais e Equipamentos subiu de 0,26% em dezembro para 0,30% em janeiro.

Dos quatro subgrupos que compõem esse índice, três apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: materiais para estrutura (de 0,10% para 0,16%), materiais para acabamento (de 0,46% para 0,49%) e equipamentos para transporte de pessoas (de estabilidade para 0,39%). Apenas o subgrupo materiais para instalação (de 0,68% para 0,47%) apresentou desaceleração.

O subgrupo materiais para estrutura foi influenciado por material metálico (de 0,06% para 0,20%) e material à base de minerais não metálicos (de estabilidade para 0,13%). Material de madeira desacelerou de 0,55% para 0,22%. O item materiais para instalação foi influenciado por instalação hidráulica, que recuou de 0,87% para 0,17%, no período. Já instalação elétrica subiu de 0,39% para 0,97%.

O subgrupo materiais para acabamento foi influenciado por produtos químicos (de -0,17% para 1,24%), revestimentos, louças e pisos (de 0,55% para 0,59%) e madeira para acabamento (de 0,14% para 0,45%). Os demais itens apresentaram desaceleração de dezembro para janeiro: esquadrias e ferragens (de 0,45% para 0,10%), material para pintura (de 0,91% para 0,88%) e pedras ornamentais para construção (de 0,61% para 0,44%).

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