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Copom avaliará impacto sobre inflação de "euforia" esperada com serviços, diz Campos Neto

·2 minuto de leitura
Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central

Por Isabel Versiani

BRASÍLIA (Reuters) - O Brasil deve passar por um estágio de "euforia" no consumo de serviços no segundo semestre com a reabertura da economia, a exemplo do que já tem ocorrido em países como os Estados Unidos, onde a vacinação está mais avançada, disse nesta terça-feira o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Em evento virtual do banco JPMorgan, Campos Neto destacou que a perspectiva para a inflação do setor de serviços será uma das principais questões que o Comitê de Política Monetária (Copom) vai avaliar em sua próxima reunião nos dias 15 e 16 deste mês.

Ele notou que hoje, nos EUA, os consumidores estão com dificuldade para alugar carros e conseguir vagas em hotéis, por exemplo, em meio ao aumento da demanda.

"Isso te diz que há esse estágio da euforia em que as pessoas querem fazer isso, então acho que isso vai acontecer no Brasil também, e isso nos dá uma melhor perspectiva para o segundo semestre", disse Campos Neto, em inglês, depois de mais cedo ter chamado atenção para o aumento do ritmo de vacinação no país e o impacto sobre a reabertura da economia.

O presidente do BC frisou que "muitas coisas aconteceram", e terão que ser analisadas, no cenário econômico desde a última reunião do colegiado no início de maio --quando o Copom elevou os juros a 3,50% e reiterou que estava promovendo uma "normalização parcial" da política monetária.

"Estamos tentando ver quais são as revisões para 2022, o que está contaminando de 2021, o que é relacionado a choques permanentes, o que é relacionado a choques temporários, e estamos basicamente olhando para o quão importante essa inflação de serviços será nesse processo de reabertura", afirmou.

Alguns fatores por trás dos choques que têm alimentado a inflação no país no período recente têm se estabilizado nas últimas semanas, disse Campos Neto.

"O câmbio tem performado melhor, as commodities estão de lado, mas você tem a questão da energia que começa a impactar", afirmou, acrescentando que o BC terá de fazer uma análise do efeito líquido desses fatores.

"Achamos que muito dessas questões temporárias estão decrescendo em importância, mas a disseminação está maior do que antecipávamos, e temos refletido isso na nossa comunicação", disse o presidente do BC.

"Tenham certeza que vamos olhar os dados, vamos tentar dar a vocês todos os instrumentos para analisar a forma como pensamos e estamos 100% comprometidos com a meta de inflação."

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