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Serviços crescem 0,5% em agosto e atingem maior patamar desde 2015

·2 minuto de leitura

RIO - O setor de serviços avançou 0,5% em agosto, na comparação com julho, segundo dados divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE. É o quinto mês seguido de alta da atividade.

Com o resultado, o setor se encontra 4,6% acima de fevereiro do ano passado e também alcança o patamar mais elevado desde novembro de 2015. Na comparação com agosto de 2020, o volume de serviços cresceu 16,7%, sexta taxa positiva consecutiva.

O resultado veio em linha com o esperado. Analistas consultados pela Reuters projetavam alta de 0,5% no mês.

— O setor de serviços mantém sua trajetória de recuperação em agosto, sobretudo nos serviços considerados não presenciais, mas também nos presenciais, com o avanço da vacinação e o aumento da mobilidade das pessoas — explica o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo.

Inflação e desemprego

Analistas avaliam que o avanço da vacinação contra a Covid-19, que possibilita a ampla reabertura da economia, tende a manter o setor de serviços em trajetória de recuperação. Mas economistas já acenderam o sinal de alerta quanto a incertezas que podem dificultar a atividade econômica.

Há quem calcule que a expansão do setor de serviços caia à metade em 2021, com possibilidade de estagnação da atividade no ano que vem.

Isso porque a disparada da inflação, que já chega a dois dígitos em 12 meses, pressiona o custo das empresas e diminui o poder de compra das famílias.

Em setembro, o Índice de Confiança de Serviços, (ICS) medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV) caiu 3,4, para 102,3 pontos.

"O nível de confiança do setor de serviços continua acima do nível pré-pandemia, mas alguns fatores podem frear o ritmo de recuperação, como a recente queda da confiança do consumidor, lenta recuperação do mercado de trabalho, inflação e incertezas relacionadas ao controle da pandemia”, avaliou Rodolpho Tobler, economista do Ibre/FGV, em nota.

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