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Seria o seu gato um psicopata? Esse questionário científico pode responder

·3 min de leitura
Seria o seu gato um psicopata? Esse questionário científico pode responder
Seria o seu gato um psicopata? Esse questionário científico pode responder

Normalmente, o meme do “gato psicopata” é somente isso – um meme. Mas “vai que”, como diz a expressão popular, certo? Por causa disso, um grupo de pesquisadores da Universidade de Liverpool, no Reino Unido, criou um questionário que avalia o que o felino caseiro está pensando e, com sorte, determina se ele cogita cravar suas garras nas partes humanas mais sensíveis.

O questionário em questão se chama “CAT-Tri+” e avalia o que a ciência moderna conhece como “modelo triárquico de psicopatia”. Ao contrário da maioria dos estudos que publicamos aqui, esse método de avaliação pode ser encontrado online, de graça (veja o link ao final deste texto).

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Imagem mostra um gato ao fundo com suas garras evidentes à frente, simbolizando estudo sobre gatos serem ou não psicopatas
Essa imagem pode ser uma tentativa de assassinato ou só um animal “dando um alô”: quer arriscar alguma opção? (Imagem: Wikimedia Commons/Reprodução)

“Os nossos próprios gatos e as diferentes personalidades deles nos inspiraram a começar essa pesquisa”, disse a psicóloga Rebecca Evans, ligada à universidade, ao Motherboard. “Particularmente, eu também tenho interesse no que os tutores entendem por psicopatia felina e como isso afeta suas relações com seus animais. O meu gato, Gumball, teve uma pontuação relativamente alta na escala que mede a timidez – o que significa que ele pode ser bastante vocal, procurar por mais contato e pode se empolgar com facilidade”.

Basicamente, o questionário estabelece perguntas sobre o quão aventureiro seu gato demonstra ser quando está explorando. Pense em quando você está no jardim e o felino começa a fuçar as plantas: ele se mexe muito? Percorre distâncias maiores?

Outras perguntas envolvem a forma como ele reage na presença de outros gatos, ou de humanos desconhecidos, se ele precisa de estímulos constantes e, finalmente, o quão obediente às regras da casa ele é. As respostas variam entre “não se aplica ao meu gato” ou “descreve muito bem o meu gato” – e outros graus de familiaridade entre esses dois extremos.

Ao longo de quase 50 perguntas, o teste indica se seu gato é propenso à psicopatia ou se você pode dormir tranquilamente à noite.

Em humanos, a psicopatia é caracterizada pela falta de empatia e tendência à manipulação – é por essa razão que, segundo Evans, criminosos com grau elevado de psicopatia (como assassinos em série) tendem a ser charmosos e carismáticos por fora, usando isso de engodo para atrair suas vítimas.

“É bem provável que todos os gatos tenham um elemento de psicopatia, tendo em vista que isso pode ter sido útil aos seus ancestrais, em termos de aquisição de recursos como comida, território ou oportunidades de acasalamento”, disse a psicóloga.

Apesar das brincadeiras, existe uma razão prática para a existência do estudo: o abandono de gatos nas ruas é, infelizmente, um problema muito mais comum do que a humanidade gostaria de admitir. O questionário estabelecido pela Universidade de Liverpool pode ser útil para identificar certos traços psicológicos que possam contribuir para o abandono dos felinos – bem como compor um perfil mais detalhado se e quando eles entrarem para uma fila de adoção.

Se você já visitou algum centro de animais abandonados, já deve ter visto nas fichas de cães, gatos e outros bichos anotações como “bravo”, “evita proximidade” ou coisas do gênero. O estudo segue esse pensamento, mas de forma aprofundada.

“Ser desinibido ou mais amigável a outros pets normalmente são características que trazem maior qualidade no relacionamento entre o animal e seu tutor, ao passo em que um gato mais fechado ou pouco receptivo pode se traduzir em uma relação mais difícil”, disseram os cientistas.

O desenvolvimento do questionário é resultado e análises de comportamento de 2.042 felinos e seus respectivos donos. O paper com as conclusões completas foi publicado no Journal of Research in Personality. Já o questionário em si pode ser encontrado em uma página especialmente dedicada do estudo.

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