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Sergio Hondjakoff nega que seja vítima de clínica alvo de operação da polícia e do MPSP

·3 minuto de leitura

RIO — O ator Sergio Hondjakoff, famoso por seu papel de "Cabeção" na série teen "Malhação", da TV Globo, negou que tenha sido um dos pacientes mantidos em cárcere privado numa clínica em Pindamonhangaba (SP). Pelo menos 46 pessoas foram resgatadas nesta quarta-feira, dia 4, numa operação que contou com trabalho do Ministério Público e da Polícia Civil de São Paulo. O nome todo do artista, Sérgio Francisco Hondjakoff Mendonça, entrou na lista de vítimas no boletim de ocorrência, obtido pelo portal "G1", com informação de idade coincidindo com a dele.

Em um vídeo postado no Instagram nesta quinta-feira, Sergio afirmou que não estava internado na clínica criminosa, tampouco estava em Pindamonhangaba. Ele contou que está na casa da mãe em Resende (RJ) passando as férias de inverno com sua família.

"Fala, galera, aqui é o Seginho Hondjakoff. Estou gravando esse vídeo para desejar uma boa tarde para vocês e para desmentir mais um boato que saiu na internet a meu respeito, que eu estava internado numa clínica em cárcere privado. Não, mentira. Eu estou aqui com a minha mãe em Resende. Estou curtindo aqui essas férias de inverno", disse o ator, enquanto mostra a paisagem a seu redor. "Com essa vista maneira, maravilhosa. Estou mais perto da minha avó, que já está velhinha, da minha tia também, minha família materna. Estou com muita saudade de vocês. Então, estou desmentindo aí esse boato de que eu estaria numa clínica de reabilitação, num centro de tratamento. Estou na minha mãe, em Resende, curtindo aqui. Espero ver vocês em breve, assim que essa pandemia acabar, seja nas telinhas ou nos telões. Um beijo no coração para todos vocês. Um abraço, tamo junto, galera", concluiu ele.

Quanto à clínica em Pindamonhangaba que foi alvo da operação do MPSP com a polícia, a promotoria informou que dois responsáveis pelo estabelecimento respondem por crime de tortura, tanto na forma omissiva ou comissiva, isto é, por omissão ou por ação. Segundo a Polícia Civil, os homens, de 33 e 44 anos, foram presos em flagrante. Uma funcionária de 36 anos ainda é investigada.

O Ministério Público informou que o local já tinha um histórico de denúncias de irregularidades, tendo se comprometido a não trancar os pacientes e a comunicar todas as internações involuntárias dentro do prazo legal de 72 horas. Para desmantelar a organização na quarta-feira, o MPSP recebeu novas denúncias de que os internos era mantidos na clínica contra a vontade. O espaço funcionada como um centro de tratamento e assistência ao dependente químico.

Os agentes encontraram 46 pessoas trancadas em seus quartos sem possibilidade de sair por conta própria. A maioria delas estava internada há mais de 90 dias. Pacientes contaram que a clínica impedia o contato deles com seus parentes e que ainda teria lhes cobrado uma taxa para que fossem vacinados contra a Covid-19. Policiais constataram que as vítimas ficavam sem alimentação adequada e eram tratados com medicamentos que exigiam receitas médicas, mas não recebiam acompanhamento profissional. Caixas de remédios estavam aguardadas dentro do carro particular de um dos internos. A Polícia Civil segue colhendo depoimentos das vítimas.

Segundo o MPSP, o local foi interditado de forma temporária, atendendo pedido da Vigilância Sanitária. Os pacientes internados há mais de 90 dias foram liberados para suas casas. As famílias foram acionadas a buscarem-nos.

O caso foi registrado como sequestro e cárcere privado e constrangimento ilegal no 1º DP de Pindamonhangaba e segue em investigação em inquérito policial.

Procuradas, as assessorias de imprensa do MPSP e da Polícia Civil não informaram nomes dos envolvidos.

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