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Será que era para você ter sido gêmeo? A resposta está no seu DNA!

·2 minuto de leitura

Certo, isso vai parecer estranho, mas: seu DNA pode revelar se era para você ter um irmão gêmeo idêntico. Acontece que gêmeos idênticos se originam de um óvulo que se divide e dá origem a dois embriões, mas durante o desenvolvimento, um gêmeo às vezes "desaparece", deixando apenas um bebê para nascer. E de acordo com um novo estudo publicado na última terça (28) na revista Nature Communications, o DNA aponta se uma pessoa começou como gêmea idêntica no útero, mesmo que o outro gêmeo tenha desaparecido muito antes do seu nascimento.

De acordo com o novo estudo, o DNA de gêmeos idênticos vem adornado com um padrão característico que abrange 834 genes e pode ser usado para diferenciar gêmeos idênticos de não-gêmeos, e com base nesses resultados, a equipe desenvolveu um algoritmo de computador que pode identificar um gêmeo idêntico com base apenas na localização dos grupos metila nos genes.

Grupos metila são pequenas moléculas que podem se ligar a genes específicos e impedir que a célula leia esses genes, desligando-os efetivamente. Esse padrão de grupo metila é uma espécie de "cicatriz molecular" que sobrou do desenvolvimento embrionário inicial de gêmeos idênticos.

(Imagem: Peggy und Marco Lachmann-Anke/Pixabay)
(Imagem: Peggy und Marco Lachmann-Anke/Pixabay)

Os genes revestidos por esses grupos metila desempenham vários papéis no desenvolvimento, crescimento e adesão celular, o que significa que ajudam as células a se unirem. Ao investigar essas cicatrizes do desenvolvimento inicial, os autores queriam entender melhor por que a geminação idêntica ocorre em primeiro lugar. Mas a ideia é que a ferramenta também seja capaz de detectar alguém que teve um gêmeo no início da formação.

No futuro, a equipe também pode pesquisar uma amostra maior de modificações epigenéticas do genoma, para ver se o padrão se estende além dos 800 genes já identificados. Você pode conferir o estudo aqui.

Fonte: Canaltech

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