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Sequestros-relâmpago crescem com a adoção de pagamentos via Pix

·2 minuto de leitura

Lançado pelo Banco Central em novembro de 2020, o Pix trouxe mais facilidade para a realização de pagamentos. Essa comodidade virou arma na mão de criminosos, que fazem sequestros-relâmpagos e obrigam suas vítimas a fazer pagamentos para suas contas sem ter que passar em caixas eletrônicos para isso.

Na última quinta-feira (1), a Polícia de São Paulo prendeu uma quadrilha que realizava golpes do tipo após o sequestro de um casal de comerciantes, abordados quando saíam da loja em que trabalhavam. Os cinco ladrões — incluindo um menor de idade — foram capturados após uma perseguição que terminou na Marginal Pinheiros, na Zona Sul da capital.

Imagem: Divulgação/Marcello Casal/Agência Brasil
Imagem: Divulgação/Marcello Casal/Agência Brasil

Desde janeiro de 2021 se multiplicam os casos de sequestro que envolvem o Pix: se no começo do ano foi relatado somente um caso envolvendo a ferramenta, em abril houve 21 relatos. Ao todo, a divisão antissequestro relatou 262 sequestros-relâmpagos, dentro os quais houve 63 que exigiram transferências através do método de pagamentos.

Mês

Sequestros-relâmpago

Usos do Pix

Janeiro

40 casos

1

Fevereiro

52 casos

15

Março

48 casos

13

Abril

64 casos

21

Maio

58 casos

13


Segundo a Polícia informou ao G1, a maioria dos sequestros-relâmpago acontecem entre o fim da tarde e o começo da noite, se aproveitando do momento em que vítimas estão paradas em cruzamentos ou quando entram e saem de carros em ruas desertas. Entre as recomendações para evitar os danos causados pelas ações de criminosos está a configuração de limites baixos para as transferências diárias usando o Pix, o que desestimula a a atividade dos meliantes.

Além das transferências realizadas pela tecnologia, também preocupa as autoridades os recursos de pagamentos e transferências presentes em comunicadores como o WhatsApp. Ao Jornal da Band, o advogado de direito digital Luiz Augusto D’Urso afirmou que é responsabilidade das empresas saberem do cenário de risco e criar ferramentas que garantam a segurança de seus usuários.

O Procon-SP cobra os bancos e as operadoras de celular para que eles criem formas de evitar a realização de transferências fraudulentas. O Banco Central planeja lançar um mecanismo que permite fazer devoluções de Pix quando elas foram feitas por acidente ou de forma não autorizada, mas ele só deve ser implementado em novembro deste ano.

Fonte: Canaltech

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