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Sequelas neurológicas pós-COVID-19 não significam lesão cerebral; entenda

·1 minuto de leitura

Um estudo recente da Universidade de Gotemburgo (Suécia) observou pacientes com COVID-19 em diferentes gravidades, e constatou que as sequelas neurológicas deixadas pela doença não são devidas a uma lesão cerebral. A forma como a COVID-19 causa sintomas neurológicos persistentes ainda não é totalmente compreendida.

Com isso em mente, o estudo recrutou 100 pacientes com a doença e os dividiu em grupos de acordo com a gravidade: leve, moderada e grave. Em seis meses de acompanhamento clínico, 50 dos 100 indivíduos relataram um ou mais sintomas neurológicos, sendo que os mais comuns foram fadiga, névoa mental, perda de memória e falta de concentração.

(Imagem: Robina Weermeijer/Unsplash)
(Imagem: Robina Weermeijer/Unsplash)

"Os resultados do estudo enfatizam a importância de novas pesquisas que precisam validar a escala de sintomas neurológicos persistentes e de recuperação, mas também investigar a verdadeira causa dessa condição", afirmam os pesquisadores da Universidade de Gotemburgo.

"Complicações neurológicas são comuns em COVID-19 e podem, em alguns pacientes, continuar vários meses após a fase aguda. É reconfortante afirmar que as concentrações elevadas de marcadores de lesão cerebral voltem ao normal de três a seis meses após a fase aguda de COVID-19, indicando que nenhum dano cerebral contínuo está presente", aponta Magnus Gisslén, professor que liderou a pesquisa. O relatório completo pode ser encontrado aqui.

Fonte: Canaltech

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