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Sensores vestíveis impressos em 3D funcionam com energia de redes sem fio

·2 minuto de leitura

Pesquisadores da Universidade do Arizona, nos EUA, desenvolveram sensores impressos em 3D que funcionam longe da tomada. Chamados de dispositivos biossimbióticos vestíveis, eles podem ser personalizados e adaptados para monitorar partes específicas do corpo humano.

O equipamento não só é capaz de realizar varreduras corporais constantes em tempo real dos usuários, como também operar continuamente usando apenas uma combinação simples de energia recebida por meio de uma rede sem fio e armazenamento compacto de eletricidade.

“Não há nada parecido com isso no mercado. Apresentamos um conceito completamente novo de personalizar um dispositivo diretamente para uma pessoa e usar transmissão de energia sem fio para permitir que o dispositivo opere 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem precisar recarregar”, afirma o professor de engenharia biomédica Philipp Gutruf, coautor do estudo.

Ajuste personalizado

Os sensores vestíveis criados pelos pesquisadores são impressos para envolver qualquer parte do corpo. Eles podem ser fabricados, por exemplo, no formato de uma braçadeira praticamente imperceptível, leve e respirável projetada para se adaptar perfeitamente ao bíceps, panturrilha ou torso.

Com essa característica inovadora, é possível medir parâmetros fisiológicos mais específicos como temperatura, esforço físico e estresse muscular de maneira muito mais precisa do que usando um smartwatch ou uma pulseira inteligente que realizam esse trabalho por meio de padrões globais de medição.

“Se você quiser algo próximo à temperatura corporal central, por exemplo, você deve colocar o sensor na axila. Para medir como o bíceps se deforma durante o exercício, podemos inserir um sensor em volta do braço fazer isso. Devido à maneira como fabricamos o dispositivo e o prendemos ao corpo, podemos usá-lo para coletar dados que um dispositivo vestível de pulso tradicional não conseguiria”, explica o estudante de engenharia Tucker Stuart, autor principal do estudo.

Sem fio

Nos testes realizados em laboratório, os pesquisadores usaram os dispositivos em voluntários para monitorar a intensidade de exercícios físicos e como os músculos se deformavam durante a execução da atividade. Os sensores também conseguiram detectar mudanças na temperatura corporal mesmo em ações simples, como subir um único lance de escada.

Sensores podem ser colocados em qualquer parte do corpo (Imagem: Reprodução/University of Arizona)
Sensores podem ser colocados em qualquer parte do corpo (Imagem: Reprodução/University of Arizona)

Como não são colados à pele, nem possuem emaranhados de fios que dificultam a execução de atividades diárias, os sensores biossimbióticos não limitam a mobilidade dos usuários, permitindo que eles possam manter uma rotina de exercícios sem ter que lidar com aparelhos volumosos e pesados.

“Esses dispositivos recebem energia de um sistema sem fio com alcance de vários metros e a unidade de armazenamento de energia permite que eles sejam usados fora de casa. Eles foram projetados para não precisar de qualquer tipo de interação com o usuário. É tão simples que basta colocá-lo e esquecer que ele está realizando todo o trabalho”, encerra Philipp Gutruf

Fonte: Canaltech

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