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Sensor baseado em tecnologia quântica pode ajudar a detectar demência

·1 min de leitura
Foto: Getty Images.
Foto: Getty Images.
  • Cientistas desenvolveram um novo sensor que pode ajudar na detecção de casos de demência;

  • Para elaborar o sensor, usaram-se de equipamentos fundamentados na tecnologia quântica;

  • Espera-se que os mecanismos desenvolvidos possam ser utilizados de forma a ampliar a precisão de análises.

A busca por terapias ou processos que atrasem a demência pode ser árdua. Mas à medida que a ciência avança, mecanismos mais elaborados são desenvolvidos, permitindo novas soluções.

Com isso em mente, cientistas conceberam um novo sensor que pode contribuir na detecção de casos de demência, como em manifestações das doenças de Alzheimer e Parkinson. 

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No desenvolvimento do mecanismo, foram empregados equipamentos fundamentados na tecnologia quântica, possibilitando ampliar a precisão das análises.

Espera-se futuramente que esses mecanismos possam ser utilizados em pesquisas, de forma a expandir o conhecimento sobre como o cérebro funciona.

A base do sensor vem da tecnologia chamada magnetoencefalografia (MEG). O termo vem da noção de acompanhar os sinais elétricos cerebrais transmitidos entre neurônios.

Dos sinais emitidos, cada um dos neurônios cria um campo magnético enfraquecido. Se detectado, é possível usá-lo para criar um mapa de funcionamento do cérebro.

São os comportamentos incomuns desses sinais que podem indicar os problemas gerados do Parkinson, do Alzheimer e também do autismo.

Mesmo não havendo cura para grande parte dessas condições, um diagnóstico precoce, somado ao tratamento adequado, pode atrasar o avanço e inclusive reverter a condição.

As informações são do Tecmundo.

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