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Senador flagrado com R$ 30 mil na cueca pediu avião da FAB para firma suspeita

André de Souza e Aguirre Talento
·1 minuto de leitura

O senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado pela Polícia Federal com cerca de R$ 30 mil escondidos na cueca, acionou o Palácio do Planalto para obter um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para transportar material de uma empresa investigada por suspeitas de irregularidades em contrato com o governo de Roraima, aponta a PF.

Quando a operação foi deflagrada, o presidente Jair Bolsonaro tentou se desvincular do senador e disse que irregularidades envolvendo o aliado não significam que haja corrupção no governo. A investigação aponta que Chico Rodrigues usou influência política junto ao Planalto para beneficiar uma empresa investigada. A PF não conclui se ele conseguiu liberar a aeronave.

A Quantum Empreendimentos, contratada por R$ 3 milhões pelo governo de Roraima para fornecer kits de testagem do Covid-19 em procedimento suspeito de fraude, tem ligação com funcionários do gabinete de Chico Rodrigues, de acordo com as investigações. A PF localizou troca de mensagens nas quais o senador relata ter solicitado ao Ministério da Defesa e ao Palácio do Planalto a disponibilização de um avião da FAB para transportar material da Quantum em meio à pandemia.

As mensagens foram trocadas com um funcionário da Secretaria de Saúde de Roraima que, depois de ser exonerado, delatou irregularidades nos contratos da pasta e entregou os diálogos aos investigadores. Tratava-se de equipamentos de proteção comprados em São Paulo e Santa Catarina para abastecer os órgãos de Roraima.

A defesa do senador Chico Rodrigues negou envolvimento com irregularidades.