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Senador dos EUA pede investigação de ex-congressista por negócios com Venezuela

(Arquivo) O ex-congressista republicano dos Estados Unidos pelo estado da Flórida, David Rivera, durante campanha em 2010 (AFP/JOE RAEDLE) (JOE RAEDLE)

O senador dos Estados Unidos Bob Menéndez pediu de novo, nesta quarta-feira (4), ao governo que investigue se o ex-congressista republicano David Rivera infringiu a lei ao não se registrar como agente estrangeiro e fazer "negócios às escondidas" com o governo de Nicolás Maduro.

Rivera, ex-congressista pelo estado da Flórida, supostamente recebeu milhões de dólares por proporcionar "serviços de consultoria estratégica" à companhia petrolífera estatal da Venezuela, a PDVSA, afirmou o democrata Menéndez, presidente da comissão de Relações Exteriores do Senado, em comunicado.

Através de sua empresa com sede na Flórida, a Interamerican Consulting, Rivera supostamente fechou acordo para prestar "serviços de consultoria estratégica" à PDVSA, através de um contrato firmado com a subsidiária sediada nos Estados Unidos (PDV USA) em 2017, pelo montante de 50 milhões de dólares, dos quais efetivamente recebeu 20 milhões, segundo a nota.

O objetivo do contrato era melhorar a "reputação e o prestígio em longo prazo" nos Estados Unidos da PDVSA.

Diversos relatórios e uma ação judicial que está em curso sugerem que Rivera deveria ter se registrado sob a lei de Registro de Agentes Estrangeiros (FARA, na sigla em inglês) por seu trabalho para o governo venezuelano, acrescentou Menéndez.

"Se Rivera realizou um trabalho que requer um registro sob a lei FARA, é imperativo que o Departamento de Justiça assegure que ele seja responsabilizado", escreveu o senador em uma carta enviada ao secretário de Justiça e procurador-geral Merrick Garland.

"O povo americano merece saber se um ex-integrante do Congresso estava fazendo negócios às escondidas em nome de um ditador responsável por cometer crimes de lesa-humanidade na Venezuela", afirmou Menéndez ao se referir a Maduro, a quem os Estados Unidos não reconhecem como presidente da Venezuela por considerarem fraudulenta sua reeleição em 2018.

Além disso, o senador denuncia que "aparentemente não houve mais avanços" no caso nos últimos dois anos, desde que denunciou essas acusações ao Departamento de Justiça.

erl/gm/rpr/mvv

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