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Senado dos EUA adia votação sobre teto da dívida enquanto democratas avaliam oferta de McConnell

·3 minuto de leitura
Congresso dos EUA, em Washington

Por Richard Cowan e David Morgan

WASHINGTON (Reuters) - O Senado dos Estados Unidos adiou uma votação para evitar um calote da dívida federal nesta quarta-feira, enquanto os democratas consideravam uma proposta republicana que poderia neutralizar o impasse partidário que ameaça a economia em geral.

Os democratas cancelaram uma votação no início desta tarde e planejavam uma reunião a portas fechadas depois que o principal republicano do Senado, Mitch McConnell, apresentou um plano que daria mais tempo para resolver a questão. McConnell propôs que seu partido permita uma extensão do teto da dívida federal até dezembro.

Sem uma ação do Congresso para aumentar o limite da dívida, atualmente em 28,4 trilhões de dólares, o Departamento do Tesouro prevê que ficará sem meios para cumprir todas as suas obrigações até 18 de outubro.

Não ficou claro se os democratas aceitariam a oferta de McConnell, uma vez que um desfecho ainda dependia da possibilidade de o Senado eventualmente elevar o limite da dívida sem votos republicanos por meio de um processo chamado "reconciliação" do Orçamento. Tanto o presidente Joe Biden quanto o líder da maioria no Senado, Chuck Schumer, rejeitaram esse curso.

Schumer não respondeu imediatamente às perguntas sobre a oferta nesta quarta.

"Vamos... permitir que os democratas usem procedimentos normais para aprovar uma extensão de emergência do limite da dívida em um valor fixo em dólares para cobrir os atuais níveis de gastos até dezembro", disse McConnell em comunicado nesta quarta-feira.

A reação dos democratas à proposta de McConnell variou de ceticismo a raiva.

"Parece uma ideia terrível", disse o senador Chris Murphy. "Parece mais jogo do senador McConnell."

A senadora Mazie Hirono foi mais direta e chamou a oferta de "besteira".

Se os democratas concordarem com a proposta, terão de abordar a questão novamente em dezembro, exatamente quando o financiamento federal está prestes a expirar. Isso pode complicar seus esforços para aprovar dois enormes projetos de lei que constituem grande parte da agenda doméstica de Biden.

Faltam menos de duas semanas para o prazo ao fim do qual o Departamento do Tesouro calcula que ficará sem meios para atender às despesas do governo. O Centro de Política Bipartidária disse nesta quarta-feira que os pagamentos de seguro-desemprego, salários de milhões de funcionários federais e pagamentos de seguro médico podem ser adiados sem um aumento do teto da dívida.

Analistas dizem que um calote pode derrubar o sistema financeiro global e causar a perda de milhões de empregos.

Até mesmo uma solução em cima da hora provavelmente seria prejudicial. Uma disputa sobre o teto de dívida em 2011 resolvida pelo Congresso apenas dois dias antes de o limite de empréstimo ser atingido causou a queda das ações e levou a um primeiro rebaixamento de crédito da dívida dos EUA.

Mas a Moody's Investors Service disse na terça-feira esperar que Washington termine por aumentar o limite da dívida. O otimismo sobre um acordo amparava os mercados em Wall Street, que subiam nesta quarta-feira após quedas de mais cedo.

Uma indicação mais reveladora do alívio do investidor ficou evidente no mercado de títulos do Tesouro dos EUA, que seria diretamente afetado por um default norte-americano.

As taxas de títulos do Tesouro de um mês --papéis com maior probabilidade de prejuízos em caso de fracasso do governo em pagar os juros ou o principal da dívida imediatamente após o prazo-- caíram drasticamente, em uma indicação de que investidores estavam novamente dispostos a comprá-los.

Os democratas estão procurando outras opções para resolver o impasse.

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