Mercado fechado
  • BOVESPA

    117.669,90
    -643,10 (-0,54%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.627,67
    -560,43 (-1,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    59,56
    +0,24 (+0,40%)
     
  • OURO

    1.742,30
    -2,50 (-0,14%)
     
  • BTC-USD

    59.986,75
    +514,58 (+0,87%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.281,69
    +54,15 (+4,41%)
     
  • S&P500

    4.128,80
    +31,63 (+0,77%)
     
  • DOW JONES

    33.800,60
    +297,00 (+0,89%)
     
  • FTSE

    6.915,75
    -26,47 (-0,38%)
     
  • HANG SENG

    28.698,80
    -309,30 (-1,07%)
     
  • NIKKEI

    29.859,30
    +91,24 (+0,31%)
     
  • NASDAQ

    13.778,25
    -51,25 (-0,37%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7627
    -0,0015 (-0,02%)
     

Senado aprova MP de R$2,5 bi para adesão à Covax Facility

·1 minuto de leitura
Vacinação contra Covid-19

BRASÍLIA (Reuters) - O Senado aprovou nesta quarta-feira a Medida Provisória 1004, que abre crédito de 2,5 bilhões de reais para o ingresso do Brasil em instrumento de acesso global de vacinas contra a COvid-19, a Covax Facitlity.

A MP, que segue à promulgação, uma vez que não sofreu alterações durante a tramitação no Congresso Nacional, perderia a validade se não fosse votada pelo Senado nesta quarta-feira.

A participação do Brasil no consórcio Covax, iniciativa conjunta da Organização Mundial de Saúde (OMS), Gavi e da Coalition for Epidemic Preparedeness Innovations (CEPI), já havia sido viabilizada pela Lei 14.121, derivada da MP 1003, sancionada com vetos pelo presidente Jair Bolsonaro.

"A adesão ao mecanismo financeiro permitirá o acesso do país a portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em prospecção. Com a diversificação de possíveis fornecedores, aumentam as chances de acesso da população brasileira à vacina no menor tempo possível, de modo a mitigar os impactos da pandemia da Covid-19 sobre a saúde pública, além das repercussões sociais e econômicas atualmente enfrentadas", argumenta o parecer do relator da MP no Senado, Marcos Rogério (DEM-RO).

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)