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Senado americano planeja votar auxílio a pequenas empresas

·2 minutos de leitura
(Arquivo) O líder republicano no Senado, Mitch McConnell
(Arquivo) O líder republicano no Senado, Mitch McConnell

O líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, afirmou que os legisladores poderiam votar antes da eleição de 3 de novembro um plano de empréstimo para pequenas empresas atingidas pela pandemia, embora haja uma pequena perspectiva de aprovação. 

Há muito tempo democratas e republicanos estão em desacordo sobre qual valor de ajuda adicional deve ser injetado na economia americana. Os democratas pedem um pacote de ajuda mais amplo do que o proposto por McConnell.  

O líder republicano informou que os senadores poderiam votar para aumentar o programa Paycheck Protection Program (PPP) com mais recursos, que embora tenha disponibilizado centenas de bilhões de dólares em empréstimos e garantias para pequenas empresas ficou sem recursos em agosto.

"Os republicanos não concordam que nada seja melhor do que algo para famílias trabalhadoras", ressaltou McConnel sem indicar quanto custaria a proposta. 

"O povo americano precisa que os democratas parem de bloquear um acordo bipartidário e que se coloquem fundos no PPP antes que mais americanos percam seus empregos de forma desnecessária", ressaltou. 

O PPP foi autorizado dentro do programa CARE - de US$ 2,2 trilhões aprovado em março por ambas as partes em resposta aos problemas econômicos causados pela pandemia - e teria ajudado a manter o consumo e permitir que o maior âmbito da economia recupere terreno. 

Mas o dinheiro direcionado a programas importantes como o PPP acabou e, apesar de passadas semanas de negociações, ambas as partes estão atoladas em discussões sobre a magnitude da nova ajuda econômica e quais elementos eles conteriam. 

Os democratas - que controlam a Câmara dos Deputados e aprovaram neste mês um pacote de US$ 2,2 trilhões - disseram que não permitiriam iniciativas menores como a de McConnell. 

O processo de aprovação se tornou caótico na semana passada, quando o presidente Donald Trump ordenou que seu secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, interrompesse as negociações com a presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi. 

No entanto, o presidente rapidamente voltou atrás e ofereceu US$ 1,8 trilhão para a ajuda. 

No entanto, Pelosi considerou essa quantia "insuficiente" e, em meio a uma revolta republicana contra a iniciativa da Casa Branca, McConnell jogou água fria sobre as chances de um maior acordo. 

Ele também argumentou que antes das eleições a proposta de um novo acordo é improvável.

cs/hs/gm/lda/bn/mvv