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Sem provas, Trump diz que há "dezenas de milhares de votos ilegais"; Twitter esconde post

Colaboradores Yahoo Notícias
·3 minuto de leitura
WASHINGTON, DC - NOVEMBER 5: President Donald J. Trump speaks in the James S. Brady Press Briefing Room at the White House on Thursday, November 05, 2020 in Washington, DC. (Photo by Jabin Botsford/The Washington Post via Getty Images)
WASHINGTON, DC - NOVEMBER 5: President Donald J. Trump speaks in the James S. Brady Press Briefing Room at the White House on Thursday, November 05, 2020 in Washington, DC. (Photo by Jabin Botsford/The Washington Post via Getty Images)

Donald Trump insistiu na narrativa de fraude na eleição norte-americana. Neste sábado (7), o presidente tuitou que há “dezenas de milhares de votos” ilegais na Pensilvânia e outras “centenas de milhares de votos” proibidos de serem verificados, o que, segundo ele, “mudaria o resultado da eleição” em vários estados. Neste momento, Joe Biden está à frente de Trump, com 253 delegados a 213 para o republicano.

Minutos após Trump acusar a eleição de fraude, o Twitter deixou um aviso sobre as publicações: “Alguns ou todos os conteúdos compartilhados neste Tweet são contestáveis e podem ter informações incorretas sobre como participar de uma eleição ou de outro processo cívico”.

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“Dezenas de milhares de votos foram recebidos ilegalmente depois das 8 da noite, na terça-feira, dia da eleição, mudando total e facilmente os resultados na Pensilvânia e em alguns outros estados frágeis. Por outro lado, centenas de milhares de votos foram ilegalmente proibidos de serem observados. Isso também mudaria o resultado da eleição em vários estados, incluindo a Pensilvânia, que todos pensaram que foi facilmente vencida na noite da eleição, apenas para ver uma enorme vantagem desaparecer, sem que ninguém fosse autorizado a observar, por longos intervalos de tempo, o que o acontecido”, escreveu Trump.

“Coisas ruins aconteceram durante aquelas horas em que a transparência legal era cruel e grosseiramente proibida. As portas e janelas bloqueadas por tratores foram cobertas com papelão grosso para que os observadores não pudessem ver dentro das salas de contagem. Coisas ruins aconteceram dentro! Grandes mudanças ocorreram!”, prosseguiu o presidente, escrevendo com letras maiúsculas.

Na última sexta-feira, Samuel Alito, juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos, ordenou que os locais de apuração da Pensilvânia separem os votos que chegaram depois do dia da eleição dos que foram recebidos até aquela data. Ele afirma que esses votos podem seguir sendo contados, mas precisam ser apurados separadamente, segundo a CNN e o canal MSNBC.

A ordem reafirma uma determinação que já estava em vigor no estado. A Pensilvânia determinou que consideraria válidos todos os votos que chegassem até a sexta.

Trump diz que cédulas recebidas depois do dia da eleição, 3 de novembro, são ilegais, e busca retirá-los da apuração com ações na Justiça. Nos EUA, os estados têm autonomia para definir suas regras eleitorais, e cabe à Justiça comum decidir sobre eventuais erros. Não há um órgão federal dedicado a organizar o processo.