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Sem laboratório, sem picada: nova tecnologia acusa infecções em minutos

·2 minuto de leitura

Já pensou em ir ao consultório médico com sintomas de uma doença e sair com um diagnóstico confirmado, através de resultados de exames, para uma infecção? É possível que uma nova tecnologia, desenvolvida por pesquisadores da Universidade McMaster, no Canadá, torne essa ideia em realidade em breve. Por enquanto, é possível fazer o diagnóstico de casos de infecção bacteriana.

Para desenvolver o "laboratório portátil", uma equipe multidisciplinar de pesquisadores, envolvendo engenheiros, médicos e bioquímicos, reuniu-se para obter resultados de exames em menos de uma hora, de forma precisa. Nesse caso, esqueça a necessidade de enviar as amostras para o laboratório, já que tudo pode ser feito através de um smartphone adaptado na própria sala do médico durante a consulta.

Laboratório portátil deve facilitar prescrição de medicamentos, após confirmação de doença (Imagem: Reprodução/HalGatewood/Unsplash)
Laboratório portátil deve facilitar prescrição de medicamentos, após confirmação de doença (Imagem: Reprodução/HalGatewood/Unsplash)

Como funciona o exame portátil?

Por enquanto, a tecnologia está em processo de validação e a prova de conceito — demonstração da possibilidade de validação — já foi publicada na revista científica Nature Chemestry. No artigo, os pesquisadores descrevem a eficácia do teste no diagnóstico de infecções bacterianas do trato urinário a partir de amostras clínicas reais. No experimento, foi possível identificar amostras com a bactéria Escherichia coli, que é causada pelo consumo de alimentos contaminados.

Novo teste canadense identifica infecção bacteriana em minutos, sem a necessidade de cultivo de bactérias (Imagem: Reprodução/Pandey et al., 2021/Nature Chemistry )
Novo teste canadense identifica infecção bacteriana em minutos, sem a necessidade de cultivo de bactérias (Imagem: Reprodução/Pandey et al., 2021/Nature Chemistry )

Para analisar as amostras, a tecnologia depende de um dispositivo portátil semelhante a um monitor de glicose no sangue, um microchip que analisa os fluidos corporais (no caso, a urina) e um smartphone para a exibição dos resultados. No mecanismo, o chip pode detectar proteínas específicas para uma doença na amostra. Em paralelo, o grupo de pesquisadores adapta o teste para detectar outras formas de bactérias e para o diagnóstico rápido de alguns vírus, como o coronavírus SARS-CoV-2.

Impactos na saúde pública

“Isso vai significar que os pacientes podem obter um tratamento melhor, resultados mais rápidos e evitar complicações graves. Também pode evitar o uso desnecessário de antibióticos, que é algo que pode nos dar tempo na batalha contra a resistência antimicrobiana”, afirmou Leyla Soleymani, uma das responsáveis pela tecnologia e professora associada da universidade canadense.

Além disso, a nova tecnologia pode distinguir cepas da mesma bactéria que podem ser tratadas com antibióticos de outras que são resistentes aos antibióticos. Nesse caso, o médico pode definir o melhor tratamento para o paciente de forma quase instantânea.

Agora, os pesquisadores buscam parcerias na indústria para aperfeiçoar a tecnologia e disponibilizá-la no mercado global, já que será uma facilitadora, especialmente, em regiões onde não há acesso aos laboratórios.

Para acessar o estudo completo sobre o novo tipo de análise para infecções bacterianas, publicado na revista científica Nature Chemestry, clique aqui.

Fonte: Canaltech

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