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Sem horário de verão: ministro diz que medida 'não é necessária'

·2 min de leitura
Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque
Ministro disse que problema da crise hídrica “é uma questão de economia energética mesmo”
(EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
  • O ministro Bento Albuquerque disse que não retomará o horário de verão em 2021

  • Segundo ele, medida não ajuda a reverter crise hídrica provocada pela falta de chuvas

  • A situação das usinas hidrelétricas preocupa e maior usina de São Paulo já opera no volume morto

Não será dessa vez que os defensores dos dias mais longos comemorarão. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, disse nesta sexta-feira, 17, que "não há necessidade do retorno do horário de verão em 2021".

A afirmação veio pouco antes de seu embarque para a 65ª Conferência-Geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), em Viena. Após ter solicitado novos estudos sobre o tema, Bento entendeu que o problema da crise hídrica “é uma questão de economia energética mesmo” e que cabe ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) definir se deve voltar atrás e retomar o regime que extinguiu em 2019.

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"A contribuição do horário de verão é limitada, tendo em vista que, nos últimos anos, houve mudanças no hábito de consumo de energia da população, deslocando o maior consumo diário de energia para o período diurno", pontuou o Ministério, em nota.

Bento ainda comentou que o Ministério não identificou que a volta do horário de verão seja capaz de reverter crise hídrica.

Usina em São Paulo tem -1,45% de água

A falta de chuvas tem agravado a situação das hidrelétricas brasileiras. Em São Paulo, a usina de Ilha Solteira, a maior do estado, já opera no volume morto. Furnas, um dos principais complexos do Brasil, também passa por situação difícil: sua maior usina, Itumbiara, está com 9,68% da capacidade.

Para continuarem operando, as hidrelétricas precisam ter, pelo menos, 10% de sua capacidade. Quando esse volume cai, existe risco de suspensão repentina do fornecimento de energia.

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