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Sem diálogos com o presidente, greve dos caminhoneiros continua de pé

·2 min de leitura
(Photo by Fabio Teixeria/Anadolu Agency/Getty Images)
(Photo by Fabio Teixeria/Anadolu Agency/Getty Images)
  • Categoria pede mudança na política de preços da Petrobras

  • “Auxílio-diesel” proposto por Bolsonaro é visto como “chacota, piada”, pela categoria, segundo Landim.

  • Com reunião de amanhã cancelada, governo não dá sinal de negociações

O presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, voltou a afirmar o comprometimento dos caminhoneiros com a greve a partir do dia 1º de novembro. Chorão, como também é conhecido, informou que até agora não houve contato por parte do governo federal para evitar a greve. Ontem, Chorão já havia dado declarações onde afirmava "não haver chance de recuo".

A categoria já dá indício de greve há mais de um mês. Suas principais demandas são a redução do preço do diesel, e a inclusão da categoria no sistema de aposentadoria especial.

"Não temos mais condições de trabalhar, infelizmente. Antes das últimas duas altas de combustíveis, sobrava em média 13% para a categoria. Agora, depois desses aumentos, a gente está pagando para trabalhar. Não sobra nada", disse Marconi França, líder dos caminhoneiros no Recife (PE) ao UOL

Uma reunião que estava marcada para quinta-feira, dia 28, foi cancelada na segunda (25). O motivo do cancelamento seria a presença de ministros no encontro, em especial o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, que sugeriu uma elevação no preço dos fretes para compensar o aumento do combustível.

O governo Bolsonaro também já sinalizou a intenção de criar um "auxílio-diesel" de R$400, que ajudaria cerca de 750 mil caminhoneiros até o final de 2022. O valor, no entanto, é visto como irrisório e incapaz de ajudar a categoria. Segundo Chorão, a pressão é pela mudança na política de preços da Petrobras.

"Isso mostra um andamento totalmente contrário àquele pelo qual estamos lutando. Estamos brigando por estabilidade no combustível, no gás de cozinha, para colocar em vigor leis já aprovadas, e é isso que a Petrobras faz", disse Chorão à Folha de São Paulo.

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