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Sem comprovante de vacinação, advogado de Flávio Bolsonaro é barrado no STF

·1 min de leitura

O advogado Frederick Wassef, que defende o senador Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), foi barrado nesta terça-feira no Supremo Tribunal Federal (STF) por não ter apresentado comprovante de vacinação. A Corte comunicou que o documento é exigido a todos que frequentam o tribunal.

"O advogado Frederick Wassef não foi autorizado a ingressar nas instalações do STF na tarde desta terça-feira (30) por não apresentar o comprovante de vacinação, exigido a todos que frequentam o tribunal, conforme o artigo 4º da Resolução 748/2021. Informado pela segurança de que poderia participar de forma online da sessão de julgamento, o advogado foi receptivo às regras", informou o STF em nota.

Questionado em uma entrevista coletiva se foi impedido pelo STF de acompanhar a sessão, o advogado Frederick Wassef não respondeu.

— Eu o convidei para assistir comigo o julgamento no meu gabinete — disse Flávio Bolsonaro, que estava ao seu lado.

Após os jornalistas presentes insistirem na pergunta, afirmando que o próprio STF informou ter barrado Wassef, Flávio Bolsonaro e seu advogado interromperam a entrevista, irritados, e deixaram o local.

Na sessão desta terça-feira, a Segunda Turma do STF deu duas vitórias a Flávio. Primeiramente, negou pedido do Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro para devolver a investigação das "rachadinhas" para a primeira instância. Com isso, foi mantida a decisão do Tribunal de Justiça (TJ) estadual que deu foro privilegiado a Flávio. Depois, anulou quatro dos cinco relatórios feitos pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) que embasaram a investigação das "rachadinhas". O senador foi investigado por suspeitas de que funcionários de seu gabinete na época em que era deputado estadual no Rio de Janeiro tinham que devolver parte de seus salários.

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