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Sem cirurgia: cientistas descobrem como controlar o cérebro usando feixes de luz

Natalie Rosa
·1 minuto de leitura

Em breve, de acordo com um estudo recente desenvolvido por uma equipe da Universidade de Stanford em colaboração com a Universidade de Minnesota, será possível utilizar a tecnologia da optogenética sem a necessidade de fazer procedimentos invasivos nos pacientes.

A optogenética é uma tecnologia promissora, fruto de uma combinação da neurobiologia com engenharia básica, que controla o cérebro com o uso de luzes de diferentes frequências. Com ela, no futuro, será possível inserir artificialmente memórias, decifrar sinais cerebrais que levam a dor, reverter a repressão, desvendar o código neural que leva ao vício, substituir memórias ruins por memórias felizes, entre outras finalidades.

<em>Imagem: kjpargeter/Freepik</em>
Imagem: kjpargeter/Freepik

Porém, para que isso seja possível, são necessários dois procedimentos: a terapia genética e cirurgia cerebral para implantar fibras ópticas dentro do cérebro. É justamente essa a solução dos pesquisadores, que desenvolveram uma versão aprimorada da optogenética que não exige cirurgias. Em vez disso, nos testes, o sistema emite uma luz através dos crânios dos ratos, penetrando a fundo no cérebro e emitindo pulsos de luz que são capazes de modificar a probabilidade de o animal ter convulsões, ou ainda reprogramando o seu cérebro para que ele prefira uma companhia social.

Com a nova conquista, os cientistas deram os primeiros passos a transformar essa tecnologia de pesquisa em uma terapia clínica, que funcione em humanos, para tratar problemas neurológicos como a epilepsia e a depressão. Ainda não há, no entanto, uma previsão dos pesquisadores para que a tecnologia digna de ficção científica se torne realidade.

Fonte: Canaltech

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