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Sem China, frigoríficos brasileiros aumentam exportação para EUA

·1 min de leitura

(Bloomberg) -- Frigoríficos brasileiros excluídos do mercado de carne bovina da China têm encontrado certo alívio nos Estados Unidos.

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As exportações de carne bovina do Brasil para os EUA aumentaram 183% nos primeiros 10 meses do ano, segundo dados do Ministério da Economia. Os embarques crescem há meses, e a tendência se intensificou depois que a China limitou as importações de carne vermelha brasileira no início de setembro devido a dois casos “atípicos” de doença da vaca louca.

Embora a quantidade enviada aos EUA corresponda a uma fração dos gigantescos volumes encomendados pela China, os maiores exportadores brasileiros apontam o mercado americano como a principal alternativa no momento. O consumo no Brasil está desaquecido em meio à crise econômica, enquanto outros grandes importadores de carne, como Japão e Coreia do Sul, ainda não permitem a entrada de carne bovina brasileira.

“A reabertura dos EUA nos permitiu levar para lá volumes que iriam para a China”, disse na semana passada Edison Ticle, diretor financeiro da Minerva.

A Marfrig Global Foods, que controla a americana National Beef, disse que as exportações para a maior economia do mundo têm crescido e que a expectativa é de aumento. A empresa espera que mais dois frigoríficos do grupo obtenham permissão para exportar para os EUA este ano, segundo Miguel Gularte, diretor-presidente da Marfrig.

Os EUA reabriram o mercado à carne brasileira em 2020 após uma proibição de mais de dois anos.

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