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Sem aumento do limite da dívida, EUA podem enfrentar risco de default em agosto, diz Yellen

·1 minuto de leitura
A secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen. 01/12/2020. REUTERS/Leah Millis.

WASHINGTON (Reuters) - A secretária do Tesouro norte-americana, Janet Yellen, pediu nesta quarta-feira que o Congresso aumente ou suspenda o limite da dívida federal o mais rápido possível, alertando que, se os parlamentares não agirem, os Estados Unidos podem enfrentar um sério risco de inadimplência já no mês de agosto.

"Acho que o calote da dívida nacional deve ser considerado impensável", disse Yellen em participação em subcomitê de dotações do Senado. "Não aumentar o limite da dívida teria consequências econômicas absolutamente catastróficas."

Yellen afirmou que, para evitar incertezas nos mercados financeiros, o Congresso deveria aprovar um novo projeto de limite de dívida - permitindo que o Tesouro continue tomando empréstimos - antes que a última suspensão vença, em 31 de julho.

No passado, o Tesouro foi capaz de evitar a potencial inadimplência por vários meses, empregando medidas extraordinárias, como a suspensão das contribuições para fundos de pensão de funcionários do governo, mas os gastos com programas de alívio dos impactos da Covid-19 aumentaram a incerteza dos fluxos de caixa do governo.

Essas medidas podem se exaurir em agosto, quando o Congresso entra em seu tradicional recesso de verão, disse Yellen.

(Por David Lawder)

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