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Sem ajuda da China e Índia, PIB Global deverá cair mais que em 2009, diz IIF

Claudia Violante
·2 minutos de leitura

O Instituto Internacional de Finanças está prevendo uma recessão de 4,1% em 2020 Profissional de saúde faz teste para covid-19 em uma pessoa em Nova Déli, na Índia Manish Swarup/AP Photo O Instituto Internacional de Finanças (IIF) está prevendo uma profunda recessão este ano, com o PIB global caindo 4,1%. Esta queda é mais profunda do que o recuo da atividade global durante a crise financeira de 2009, quando o PIB recuou 0,4%. Na avaliação do IIF, esse fenômeno pode ser explicado porque, agora, o vírus causou uma parada mundial, atingindo tanto serviços quanto manufatura. Apesar disso, o instituto pondera que essa não é a história toda. "Quando analisamos a imagem da atividade global, dois países – China e Índia - quase que completamente explicam a recessão mais profunda neste ano. A China não está repetindo seus largos estímulos para infraestrutura dados em 2009, o que significa que a atividade global e os preços das commodities não estão subindo como ocorreu na esteira da crise financeira global." No caso da Índia, o país está sofrendo uma recessão profunda, ao contrário de 2009, quando o desempenho do PIB era positivo. "Juntos, esses dois eventos sinalizam uma recuperação bem diferente do choque da covid-19: os preços das commodities provavelmente vão avançar mais devagar", destaca o IIF, que prevê ainda recuperação lenta e desigual do fluxo da carteira de não-residentes para os mercados emergentes, como reflexo desse quadro de crescimento e das perspectivas dos preços das commodities. O IIF chama a atenção ainda para a fraqueza dos fluxos principalmente para países latino-americanos, não só por causa da pandemia, mas ainda em razão de fatores idiossincráticos, incluindo Argentina e Venezuela, bem como, mais uma vez, a fraqueza das commodities em razão da China. Por outro lado, o IIF avalia que a amplamente esperada vacina do novo coronavírus é o catalisador positivo para o fluxo para emergentes, já que sinalizará um choque de demanda positivo, com efeitos favoráveis para os preços das commodities e apetite ao risco. "Na contramão, os riscos incluem uma segunda onda severa da covid-19 no hemisfério norte durante o inverno, com efeitos adversos sobre a atividade econômica e o apetite de risco global, incerteza eleitoral nos EUA, e a escalada das tensões China-EUA, o que poderia levar a um ampliação da disputa comercial para sanções", conclui o relatório da instituição.